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“Estamos tirando R$ 7 mi da publicidade e repassando para a UEMS”

Campo Grande, 19/12/2017

“É importante dizer que quando a gente faz emenda ao orçamento, dizer de onde sai o dinheiro. Estamos tirando R$ 7 milhões da Secretaria de Governo, dinheiro da publicidade, e passando para a UEMS (Universidade Estadual de MS). O Governo publicou este ano no Diário Oficial 10 contratos de publicidade sendo cada um deles, R$ 35 milhões, ou seja, o Governo do Estado reservou R$ 350 milhões só para publicidade e propaganda”.

(Deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) sobre a emenda modificativa que destinou R$ 7 milhões da Fonte 100 do orçamento estadual de 2018 para aumentar o orçamento da UEMS de R$ 207 milhões para R$ 214 milhões, um compromisso firmado com os professores, administrativos e acadêmicos durante a audiência pública realizada este ano na instituição acadêmica de MS)

Diante da informação de que o Governo do Estado não irá cumprir o acordo que aumenta em R$ 7 milhões os recursos repassados à UEMS (Universidade Estadual de MS), servidores, acadêmicos e administrativos acompanharam nesta terça-feira (19), a discussão na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, onde o deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS), presidente da Comissão de Educação e proponente da Audiência Pública “Função Social da UEMS”, realizada na instituição este ano trouxe à luz a situação orçamentária da universidade estadual.

“É importante dizer que quando a gente faz emenda ao orçamento, dizer de onde sai o dinheiro. Estamos tirando R$ 7 milhões da Secretaria de Governo, dinheiro da publicidade, e passando para a UEMS (Universidade Estadual de MS). O Governo publicou este ano no Diário Oficial 10 contratos de publicidade sendo cada um deles, R$ 35 milhões, ou seja, o Governo do Estado reservou R$ 350 milhões só para publicidade e propaganda”.

O texto original do Projeto de Lei 233/2017  fixou para a UEMS orçamento de R$ 207.133.000.  Após discussão dos deputados da Bancada do PT , representantes da UEMS com o Governo ficou o compromisso de que por meio de uma Emenda Coletiva (N.º 352) seria acrescentados R$ 7 milhões à dotação orçamentária da universidade.

“Se não cumprir o acordo, o desgaste será do governo, que deverá responder à sociedade caso a UEMS não consiga honrar seus compromissos. Esse terrorismo que o Governo está fazendo vamos ter que resolver juntos com pressão para que o compromisso seja cumprido. A UEMS tem formado professores, colaborado com o desenvolvimento do Estado. Por isso, foi feita essa emenda para que a universidade tenha condições mínimas de trabalhar”, encerrou Kemp.

 

Jacqueline Lopes – DRT 078/MS

Assessoria de Imprensa Mandato Pedro Kemp

 

 

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