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MEC destina mais de R$ 11 milhões para universidades

jun 22, 2006 | Geral

O ministério da Educação (MEC) assinou nesta segunda-feira (19) uma série de convênios com universidades federais do país que somam mais de R$ 11 milhões. Os recursos serão destinados para investimentos em infra-estrutura e expansão de cursos. Somente para a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) serão destinados R$ 3 milhões para serem gastos com infra-estrutura física, material e tecnológica e no funcionamento de cinco novos cursos de graduação. Os recursos fazem parte do o plano de expansão da educação superior do governo federal em curso desde o início do governo Lula.

Além da universidade do Triângulo, serão contempladas a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), com R$ 3 milhões; a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), com R$ 2,5 milhões para aquisição de equipamentos, construção de salas de aula e implantação de seis cursos de graduação e mais R$ 2,5 milhões para a Universidade Federal de Alfenas (Unifal) para aquisição de materiais, serviços de reforma e ampliações.

De acordo com o deputado Gilmar Machado (PT-MG) todos esses investimentos fazem parte de uma estratégia do governo Lula para o fortalecimento e expansão do ensino superior no país. Segundo ele, para que o Brasil alcance um crescimento sustentável satisfatório é preciso investimento em educação. “Precisamos investir nas universidades para melhorarmos a infra-estrutura e garantirmos qualidade para os nossos jovens. Sem educação um país não avança, e esta é a principal orientação do presidente Lula”, disse.

Para o Coordenador da Secretaria de Educação Superior (SESu/MEC), Nelson Maculan, os convênios firmados pelo MEC reforçam a prioridade dada à educação neste governo. “Estamos mostrando para todo o Brasil que a educação superior pública é importante para o país. Também acreditamos na autonomia das universidades, que pode trazer para o MEC novas idéias, pedagogias e, com isso, o maior número possível de alunos para dentro das universidades”, afirmou. Segundo o secretário, a educação pública no Brasil precisa de qualidade.

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