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Centrais sindicais iniciam campanha por salário mínimo de R$ 400

dez 1, 2005 | Geral

As centrais sindicais brasileiras lançam hoje, em ato na Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo, o manifesto pela correção do salário mínimo para R$ 400 e correção da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física em 13%.

Na próxima semana, os sindicalistas farão manifestação em Brasília e já agendaram para terça-feira, dia 29, às 17h, reunião com os ministros Antonio Palocci (Fazenda), Luiz Marinho (Trabalho), Dilma Roussef (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento).

No dia seguinte, dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), Social Democracia Sindical (SDS), Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT) e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), mantêm encontros com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP).

Os encontros objetivam convencer o governo e o Congresso Nacional a aumentar o valor do mínimo para R$ 400 na proposta de Orçamento, a ser votada provavelmente em 15 de dezembro. A correção do mínimo para R$ 400 foi calculada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos (Dieese) e, segundo sindicalistas, o valor não traria impactos acentuados às contas da Previdência Social.

Após o ato de hoje na capital paulista, os sindicalistas seguem em carreata de 500 automóveis, na segunda-feira, de São Paulo a Uberlândia (MG), passando por Ribeirão Preto (SP), onde farão manifestações. Na terça-feira chegam a Brasília, quando realizarão o manifesto e por lá permanecem até a quarta-feira, quando vão se reunir com os presidentes da Câmara e do Senado.

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