O Ministério da Educação vai criar mais 20 campi de universidades federais no ano que vem, a maioria no Nordeste, Centro-Oeste e região amazônica – áreas do País onde existem menos instituições públicas. A meta é que sejam criadas 60 mil novas vagas nas federais a partir dessas extensões.
O ministro da Educação, Tarso Genro, anunciou na quinta-feira, dia 16, a localização dos novos campi, mas já adiantou que serão especialmente no interior e em áreas onde hoje existe pouca oferta de vagas públicas de ensino superior.
“Vamos dar prioridade aos locais onde faltam vagas para população de baixa renda e vincular os novos cursos ao desenvolvimento regional”, disse o ministro ao sair de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na qual apresentou o plano de expansão.
De acordo com Tarso, o ministério calcula entre R$ 120 milhões e R$ 130 milhões o custo de implementação dos 20 novos campi. Deverão ser contratados 800 professores para suprir as necessidades dos novos cursos.
Este ano o MEC já iniciou a política de extensão de campus, criando 20 mil novas vagas. Entre elas, está a Universidade da Floresta – uma extensão da Federal no Acre no Vale do Juruá – e dois novos campi da Federal de São Paulo no litoral paulista.
Ainda está nos planos do ministério a criação de sete novas universidades federais. O projeto mais adiantado é o da Universidade do Grande ABC, em São Bernardo do Campo (SP), que deverá ter 20 mil vagas.
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