A porcentagem de alunos com deficiências auditivas, visuais, físicas, mentais ou superdotados em escolas e classes comuns passou de 24,7% para 28,7% entre 2002 e 2003. Os dados constam no Censo Escolar, realizado pelo Inep, instituto de pesquisa do Ministério da Educação.
Para o coordenador de Educação Especial do ministério, José Rafael Miranda, a inclusão dos alunos com necessidades especiais nas classes convencionais é positiva. “À medida que o governo faz investimentos para que a escola receba esses alunos, a sociedade toma conhecimento da inclusão educacional.”
Miranda afirmou que a inclusão educacional dos alunos portadores de necessidades especiais depende de vários fatores, o principal deles é o treinamento de professores e estudantes para receberem e ajudarem os portadores de deficiências ou superdotação.
0 comentários