festivals are taking place

I’m “covering the coverage” of the convention today, checking out how news organizations are reporting on the GOP’s big bash for my blog,On some corners, it seems like impromptu street festivals are taking place. It seems that every other person is wearing a T shirt or holding a sign emblazoned with a political message. In a sense, it’s inspiring to see democracy at work but on the other hand, a lot of it seems hostile.

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Pedro Kemp pede ao Governo que convoque os PMs aprovados em concurso; parlamentar também denuncia a falta de água em aldeia de Paranhos

Pedro Kemp pede ao Governo que convoque os PMs aprovados em concurso; parlamentar também denuncia a falta de água em aldeia de Paranhos

Durante a sessão desta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Pedro Kemp apresentou indicações nas quais cobrou do Governo do Estado a imediata convocação dos alunos aprovados no concurso da Polícia Militar e também a urgente solução para o problema da falta de água que já dura cerca de quatro meses na Aldeia Arroyo Corá, em Paranhos. Kemp também pediu para a coordenação da Funai (Fundação Nacional do Índio) a entrega de cestas básicas aos indígenas do município de Bataguassu.

Como já tiveram o processo homologado , o que garante legalidade mesmo em período pré-eleitoral, alguns dos jovens aprovados como PMs assistiram a sessão ordinária do Legislativo. Pediram a Kemp e ao líder do Governo, Júnior Mochi providências já que prestaram o concurso em outubro de 2013 e foram aprovados em todas as etapas.

 

O deputado Pedro Kemp disse que a segurança pública, depois da saúde, é um dos principais motivos de reclamações da população. E que o déficit de PMs, no policiamento ostensivo, preventivo, transmite insegurança principalmente para aqueles que moram nos bairros, em áreas distantes. “Mato Grosso do Sul enfrenta a redução do efetivo tanto de policiais civis como de PMs por conta das aposentadorias. Nas cidades de fronteira com o Paraguai, por onde estive, a situação é ainda pior. Três PMs ou dois em batalhões. O Governo Federal mandou as viaturas, mas faltam policiais”. A responsabilidade pela segurança pública, convocação de servidores é do Governo do Estado.

 

Ele acrescentou dizendo que “ainda restam 405 aprovados no concurso da PM, com processo homologado, já passaram pelas fases e aguardam a iniciação na academia para reforçar a segurança pública”.

 

Maxon Alves, 32, e Dener Coelho, 20, disseram que só pressionando o Legislativo poderão ter alguma resposta já que chamam de “jogo de empurra” o que está ocorrendo. “Ligamos para a Secretaria de Administração e mandam ligar para o Comando da PM. Ligamos pro comando e mandam ligar pra secretaria, ou seja, estamos sem informação num jogo de empurra”, frisou Coelho.

 

Alves pediu demissão do emprego de assistente administrativo em uma empresa onde trabalhou por 5 anos e esperava entrar na academia da PM ainda em setembro. Coelho trabalha como assistente administrativo e espera que seu sonho de se tornar policial aconteça ainda este ano.

 

Kemp disse ao grupo de jovens que tão logo tenha uma posição definida do Executivo, as informações serão divulgadas já que houve uma ampliação por parte do Governo no número de vagas, oficializada em forma de decretos.

 

Pedro Kemp durante o trabalhao legislativo também cobrou da Funai (Fundação Nacional do Índio) o fornecimento de cestas básicas para as famílias indígenas de Bataguassu, região do Bolsão.

 

FALTA DE ÁGUA

 

Em Arroyo Corá, na região Sul do Estado, em Paranhos, os indígenas enfrentam a falta de água potável já há quase quatro meses, segundo informações trazidas para Kemp pelo líder Dionísio. “A população está sobrevivendo sem água apropriada pra consumo tendo que pegar a água das lagoas, formadas por chuvas, ou a água contaminada dos córregos”, denunciou.

 

Jacqueline Lopes – Mandato Pedro Kemp?jornalista

Foto: Giuliano Lopes/AL

 

http://www.sulnews.com.br/ler.php?referencia=278214638281772

Aprovada PEC que prevê total assistência médico-hospitalar aos agentes penitenciários

Aprovada PEC que prevê total assistência médico-hospitalar aos agentes penitenciários

Foi aprovada hoje (27), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a PEC apresentada pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT), que prevê a total cobertura médico-hospitalar, por parte do Governo, aos agentes penitenciários. O próximo passo será a promulgação pela presidência do Legislativo.

Segundo o parlamentar, a conquista aconteceu graças a luta da categoria. “Após conseguirmos aprovar a PEC que atende os policiais civis, militares, bombeiros militares, fomos procurados pelo agentes penitenciários, que também enfrentam situação de muito risco no trabalho”.

Veja a PEC na íntegra:

Acrescenta os agentes penitenciários ao
parágrafo único do art. 41 da Constituição
do Estado de Mato Grosso do Sul.
Art. 1o O parágrafo único do art. 41 da Constituição Estadual passa a vigorar com a seguinte
redação:
Parágrafo único. “Aos policiais civis, militares e do Corpo de Bombeiros Militar e aos
agentes penitenciários, vítimas de acidentes em decorrência da atividade profissional de
confronto, salvamento ou treinamento, será garantida pela administração pública estadual,
a cobertura integral das despesas hospitalares e do tratamento médico necessários para o
restabelecimento da saúde do policial.”

Art. 2o Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.
Sala das Sessões, 11 de março de 2014.
Pedro Kemp
Deputado Estadual – PT

JUSTIFICATIVA
A Assembleia Legislativa aprovou no início de 2014 a Emenda Constitucional que garantiu aos policiais militares e civis a garantia da responsabilidade do estado para custear o tratamento de saúde dos servidores que sofressem quaisquer tipo de acidente em decorrência de sua atividade policial.

Ocorre que na época a demanda chegou por meio de uma reivindicação do Sindicato dos
Policiais Civis e de representações da categoria dos policias militares.Em razão deste fato
os agentes penitenciários que exercem suas funções em circunstâncias semelhantes não
foram expressamente citados na referida emenda constitucional.

Após a publicação da EMENDA CONSTITUCIONAL No 57, DE 18 DE FEVEREIRO DE
2014, que Acrescenta o parágrafo único ao art. 41 da Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul, este mandato recebeu representantes da categoria dos agentes penitenciários que reivindicam a extensão da garantia constitucional dada aos policiais civis e militares.

Por entender serem justos e pertinentes os argumentos apresentados pelos representantes dos agentes penitenciários, uma vez que o trabalho do cargo ocorre em ambiente de extremo perigo, propomos o aperfeiçoamento da emenda constitucional 57/2014 ampliando o seu alcance também para os trabalhadores que atuam diretamente no sistema penitenciário .

 

Jacqueline Lopes – Jornalista Mandato Pedro Kemp

Foto: Imagem de arquivo

Kemp defende suspensão do concurso da Sefaz e lamenta decisão do TJ/MS

Kemp defende suspensão do concurso da Sefaz e lamenta decisão do TJ/MS

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) decidiu manter a liminar favorável à continuidade do concurso da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) e a situação de imbróglio repercutiu na Assembleia Legislativa, onde nesta manhã (15), Cheap NFL Jerseys o deputado Pedro Kemp (PT) lamentou a posição do TJ-MS. Segundo Kemp, o juiz David de Oliveira Gomes Filho, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, havia suspenso liminarmente o concurso público da Secretaria Estadual de Fazenda para fiscal de rendas e agente tributário em Mato Grosso do Sul e tinha explicado, na decisão, que este concurso público vem sendo alvo de insistentes delações de irregularidades, que se somam e se sucedem a cada etapa.

“Causa indignação a decisão que valida um concurso que foi marcado por suspeitas de irregularidades desde ou início quando o próprio Governo era o responsável pela realização das provas e, no final, quando houve as denúncias de vazamento de questões das provas”, disse Kemp.

O deputado defende a anulação do concurso e a apuração das denúncias.

Ele repercute ainda a decisão anterior, prolatada nos autos da ação civil pública, que suspendeu o concurso uma vez para se evitar danos ao erário e aos concorrentes. Consta dos autos que a própria administração pública, em dado momento, voltou atrás, invalidou os atos praticados, contratou uma empresa e reagendou a data das provas, sob os protestos do Ministério Público, conforme reportagem publicada no site do jornal Correio do Estado.

Segundo o processo, questionou-se a ausência de publicação dos nomes das pessoas que compõem a banca examinadora, o vazamento de questões antes da realização das provas, se colocou sob suspeita se não haveria o reaproveitamento das provas elaboradas anteriormente (que já eram objeto de incisivo questionamento) e colocou-se em dúvida a forma de contratação da empresa Fapec para a organização do concurso, já que não houve licitação.

“Registre-se que haverá gigantesco prejuízo aos candidatos aprovados, caso se permita a finalização do concurso com suas nomeações e apenas na sentença, daqui a oito ou dez meses, venha a ser reconhecida a nulidade do certame. Estas pessoas já terão se desligado de seus atuais empregos, poderão ter reduzida sua disposição ao estudo e, do dia para a noite, nesta hipótese de nulidade, terão suas nomeações anuladas sem qualquer aviso prévio ou indenização”, segundo decisão feita pelo juiz.“O Estado esperou vários anos desde o último concurso para decidir fazer um novo. Alguns meses a mais de espera não causarão prejuízo maior do que aquele que possa existir pelo tempo já decorrido desde o último concurso. O direito reclamado pelos autores é verossímil e o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação pela espera da regular tramitação deste processo está presente. (…) Por estes motivos, defiro o pedido de antecipação da tutela jurisdicional para determinar a suspensão do concurso público aos cargos de Fiscal de Rendas e Agente Tributário Estadual em Mato Grosso do Sul até que venha a sentença”.

DECISÃO – TJ/MS

O concurso para a seleção de 20 fiscais de rendas e 40 agentes tributários foi suspenso pela Justiça no fim de junho, depois de denúncias de irregularidades como o vazamento de questões da prova e a contratação da empresa responsável pelo exame sem licitação. O Governo do Estado recorreu ao TJ-MS e conseguiu derrubar a decisão em primeira instância, o que foi mantido na quarta-feira.

De acordo com o G1, a decisão do TJ-MS não é definitiva, pois na Justiça ainda tramitam duas ações que pedem a anulação do concurso. Uma popular e outra civil pública, conduzida pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A OAB informou que está analisando a decisão dos desembargadores para decidir como vai entrar com recurso.

Deputado Pedro Kemp cobra Governo e defende mais investimentos em segurança pública

Deputado Pedro Kemp cobra Governo e defende mais investimentos em segurança pública

Cheap Jerseys Suicídios de dois policiais em menos de uma semana revelam, segundo Pedro Kemp, a consequência dos efeitos do abandono estrutural na segurança pública já que os agentes trabalham sem condições estruturais de exercer suas funções

Superlotadas, as delegacias são prova da falta de investimentos na segurança. Os investigadores acabam por fazer o serviço de carcereiros, denunciou na tribuna novamente Kemp. “Deixam suas funções de lado e fazem a custódia dos presos. Uma situação desesperadora, dramática. É preciso uma intervenção federal, uma atitude dos movimentos dos Direitos Humanos já que as celas são jaulas, um amontoado de gente! O resultado é a deficiência dos policiais no atendimento às ocorrências”.

 

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Mais uma vez o deputado estadual Pedro Kemp (PT) foi à tribuna para cobrar do Governo do Estado, responsável pela segurança pública, uma solução para o problema do completo abandono das delegacias demonstrado em reportagem feita sobre a situação da delegacia de São Gabriel do Oeste. Superlotada, onde investigadores têm suas funções desviadas e fazem a carceragem dos presos. A situação reflete diretamente na falta de policiais no trabalho de apurar e solucionar os crimes nas ruas e também, na dificuldade da população na hora de fazer o registro dos Boletins de Ocorrência.

A gota d’água foram os dois episódios registrados em quatro dias, quando dois policiais civis (Alan, da DEPAC/Centro/Campo Grande, e Bruno, de Fátima do Sul) se suicidaram. A tragédia mostra o limite enfrentado pelos trabalhadores da segurança pública diante da falta de efetivo, delegacias em ruínas, pouco reconhecimento salarial e esgotamento mental.

Os dois casos de suicídios revelam uma situação a qual o Estado também não garante o atendimento de saúde emocional para melhorar as condições de trabalho desses agentes da segurança pública”. “A situação chegou no limite e os policiais tem enfrentado o esgotamento mental, estresse e reclamado das péssimas condições de trabalho”, disse lembrando que o Ministério Público apurou o escândalo da superlotação e sobrecarga de trabalho nas delegacias, chegando a pedir intervenção delas.


DENÚNCIAS

O Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul) denuncia tragédias como consequência do cenário de abandono. O presidente da entidade, Alexandre Barbosa tem denunciado o trabalho estressante enfrentado nas delegacias, utilizadas ilegalmente como cadeias. O Mandato do deputado Pedro Kemp chegou a realizar uma audiência pública “A Custódia de Presos nas Delegacias de MS” para cobrar do Estado uma solução.

Superlotadas, as delegacias são prova da falta de investimentos na segurança. Os investigadores acabam por fazer o serviço de carcereiros, denunciou na tribuna novamente Kemp. “Deixam suas funções de lado e fazem a custódia dos presos. Uma situação desesperadora, dramática. É preciso uma intervenção federal, uma atitude dos movimentos dos Direitos Humanos já que as celas são jaulas, um amontoado de gente! O resultado é a deficiência dos policiais no atendimento às ocorrências”, frisa Kemp.

ABANDONO DAS DELEGACIAS X AQUÁRIO

A população é quem paga o preço e enfrenta problemas na segurança pública, responsabilidade do Governo do Estado. Os R$ 120 milhões, valor na obra do Aquário (centro de pesquisas em construção nos Altos da Avenida Afonso Pena), seriam suficientes para equipar 120 delegacias e transformá-las em exemplos de modernidade e tecnologia. “Daria para reformar 120 delegacias e transformá-las em delegacias de 1o mundo”.

ALUGUEL CEPOL X PRÉDIO SEM INFRAESTRUTURA

Kemp voltou a cobrar do Governo uma resposta sobre o porquê de ter feito um novo contrato no aluguel do prédio do Cepol (Centro de Policias Especializadas), na Avenida Ceará, em Campo Grande, já que a estrutura está completamente comprometida com rachaduras, problemas nas instalações elétricas e hidráulicas. “ Lá está tudo estourado! Arrebentado! Contrato vergonhoso, pedimos o laudo de vistoria, que consta no contrato, sobre a estrutura do imóvel e não recebemos”.

Embora a situação do prédio é de completo abandono, o contrato o qual o parlamentar teve acesso mostra o contrário: que o imóvel está em condições de uso conforme o laudo de vistoria realizado. Há quase 80 dias, Pedro Kemp solicitou o documento e até agora a Sejusp não se manifestou sobre o pedido.

Entre as inúmeras cobranças do parlamentar à Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) foi citada por Kemp o pedido de providências diante da superlotação da delegacia de Ponta Porã. Todos os problemas levantados pelo Sinpol-MS, apresentados pelo parlamentar tiveram a confirmação do delegado responsável na época. “Os presos chegaram a ser transferidos, mas a delegacia não passou por reformas e continua na mesma situação”, de acordo com informação oficial repassada pela Delegacia Regional de Ponta Porã.

O deputado finalizou dizendo que o Estado precisa agilizar a chamada dos concursados da Polícia Civil para reforçar o efetivo.

http://www.midiamax.com.br/noticias/918779-delegacias+improvisam+ms+deixam+presos+enjaulados+sem+banheiro+ha+mais+20+dias.html

 

Texto: Jacqueline Lopes – jornalista Mandato Pedro Kemp

Foto: Giuliano Lopes/AL