Campo Grande sedia no próximo dia 15, a segunda reunião do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Juventude. Os participantes, vindos de várias partes do país vão discutir, entre outros assuntos, os resultados da audiência com o Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulci e a apresentação do Projeto da Câmara de Políticas Públicas de Juventude.
O Fórum foi criado no dia 5 de julho em Fortaleza durante a I Reunião de Secretários Estaduais de Juventude. Na ocasião, representantes de 10 Estados discutiram ações nacionais para o segmento, redigiram e aprovaram o Manifesto de Fortaleza.
O documento foi encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e continha as seguintes reivindicações: a criação de uma Secretaria Nacional da Juventude; a criação e o fortalecimento dos órgãos gestores e secretarias da juventude para estimular a instalação de órgãos gestores municipais e estaduais; criação dos Conselhos Nacional, Estadual e Municipal de Juventude; e a articulação permanente do Fórum Nacional de Secretários e Gestores Estaduais de Juventude ao órgão criado pelo Governo Federal.
Na mesma reunião foram escolhidos o presidente e os vice-regionais do Fórum. O Secretário de Estado da Juventude e do Esporte e Lazer, Rodrigo Terra foi indicado para ser o vice-presidente da região Centro-Oeste e Campo Grande para ser a sede da segunda reunião do Fórum.
O encontro acontece na véspera do Seminário Estadual de Políticas Públicas para a Juventude. Os membros do Fórum vão participar do evento com a apresentação de projetos, lançamentos de livros e mesa redonda sobre “Experiências de políticas públicas de Juventude no Brasil”.
Na opinião do Secretário Rodrigo Terra, a reunião do Fórum e a participação dos membros no Seminário são fundamentais para o desenvolvimento de uma política pública que atenda aos anseios da juventude brasileira. “Só por meio do debate com os jovens e a troca de experiência com lideranças e gestores da Juventude é que poderemos chegar a uma política pública nacional satisfatória para o segmento. Caso contrário não há processo democrático e a chance de acertar é bem menor. É preciso conhecer o público, suas necessidades e aspirações”, encerrou ele.
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