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IBGE: produção cresce nos 14 locais pesquisados

ago 19, 2004 | Geral

A produção industrial cresceu em todos os 14 Estados analisados pela Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período do ano passado, Amazonas, São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Pará ultrapassaram a taxa média de 7,7% de aumento registrada em todo país. Embora apenas no Estado do Rio a produção tenha ficado estável, a trajetória de queda foi revertida na região, saindo de -0,2%, no primeiro trimestre, para 0,2%, no segundo.

No Amazonas, a produção industrial teve aumento de 17,2% no primeiro semestre, com destaque para os setores de alimentos e bebidas e de material eletrônico e de comunicações. Em São Paulo, o crescimento acumulado ficou em 10,6%. O índice foi puxado pela fabricação de veículos, máquinas e equipamentos e material eletrônico e de comunicações.

A taxa de 10% registrada na Bahia teve influência dos setores de produtos químicos e de alimentos e bebidas. Já Santa Catarina apresentou índice acumulado de 8,6%, principalmente por causa do desempenho da indústria de máquinas e equipamentos. No Pará, houve expansão de 8,5%, com destaque para a indústria extrativa, a metalurgia básica e a produção de celulose e papel.

Os aumentos da produção ocorreram também em Pernambuco (7,4%), no Nordeste (5,7%), no Rio Grande do Sul (5,6%), no Paraná (5,6%), em Goiás (4,8%), no Ceará (4,1%), no Espírito Santo (4%) e em Minas Gerais (2,3%).

Segundo o IBGE, as indústrias do Nordeste, de Pernambuco, da Bahia, do Ceará e de São Paulo registraram as maiores acelerações nas taxas de crescimento na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. O Nordeste passou de um crescimento de 2% no primeiro trimestre para 9,6% no segundo semestre. Pernambuco variou de 4,3% para 11,1%, a Bahia passou de 7,3% para 12,7% e o Ceará subiu de 2% para 6,3%.

Na comparação entre junho de 2004 e junho de 2003, os índices regionais também foram positivos nos 14 locais pesquisados. As taxas mais expressivas foram registradas no Amazonas (22,1%), na Bahia (21,7%), em Santa Catarina (18,2%) e em São Paulo (17,7%).

admin
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