“Participamos de inaugurações da sede da secretaria de Educação, também da UBS (Unidade Básica de Saúde), Pronto-socorro municipal e do lançamento de obras de infraestrutura – ações do nosso correligionário deputado federal Vander Loubet. Ribas completa 80 anos de emancipação político-administrativa. Parabéns à população! Parabéns prefeito João Alfredo e toda equipe de trabalho!”.
O deputado estadual Pedro Kemp (PT) e sua equipe participaram ontem das atividades no município de Ribas do Rio Pardo. Obras importantes para a população foram inauguradas e a cidade, em pleno desenvolvimento econômico, entra em ascensão nessa fase de prioridades aos municípios já anunciada pelo governo federal em todo o País.
O deputado estadual Pedro Kemp (PT) repudiou na sessão desta quarta-feira (13), o ato de racismo ocorrido dentro da Escola Municipal Professora Iracema de Souza Mendonça, em Campo Grande, onde um homem agrediu uma colega de seu filho, uma criança de 4 anos. O outro caso, que também veio à tona, aconteceu contra um árbitro de futebol, em Costa Rica.
Os episódios de racismo ocorridos exigem punição, já que são tipificados pela Lei para Crime de Racismo lembra o parlamentar.
“Não podemos deixar de cobrar das autoridades policiais e do Ministério Público Estadual providências contra esses atos de racismo. Precisamos também adotar medidas que passam coibir esses tipos de comportamentos deploráveis, que, infelizmente, acontecem em nosso país”, destacou Kemp.
Sobre os casos de discriminação racial, o parlamentar em seu pronunciamento na tribuna mais uma vez deixou sua voz em repúdio: “Não podemos admitir que nesses tempos ainda hajam pessoas que tentam inferiorizar outras pessoas por causa da cor da sua pele! Não podemos admitir qualquer comportamento que possa ferir a dignidade da pessoa humana. Aqui, em Campo Grande, um pai de um aluno, esse pai entrou na escola e empurrou uma menina negra que havia abraçado o seu filho e apontou o dedo pra ela, tirou o filho à força da escola porque a menina simplesmente havia recebido seu filho com carinho, com abraço. Esse senhor precisa aprender, que nós vivemos num país que tem uma Constituição, que garante as liberdades democráticas, que garante o direito de ir e vir, que garante o direito à integridade física, psicológica e que ninguém pode agredir uma outra pessoa por causa da cor da sua pele. Discriminação racial é crime e tem que ser punida na forma da lei!”.
As ações de combate a todas as formas de violência contra as mulheres ganharam reforço em Mato Grosso do Sul com o Projeto de Lei Campanha Laço Branco, apresentado pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT) hoje (12). A proposta foi aprovada em primeira discussão. Ela inclui no Calendário Oficial de Eventos do Estado a Semana de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres – Campanha Laço Branco. A data deverá ser celebrada anualmente neste período, em que está inserido o dia 06 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, instituído pela Lei Federal 489/07.
Kemp cita o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, que registrou aumento nos casos de violência contra as mulheres no ano de 2022. “Foi uma média de 103 acionamentos, por hora, nos serviços de atendimento à mulher”, informou. “É extremamente importante instituirmos aqui no Estado esta data, para que os homens também se comprometam em fazer essa luta e se posicionarem contra qualquer forma de violência contra as mulheres”.
O projeto prevê a realização de ações de conscientização, incentivo ao cuidado e promoção do tema, como palestras, cursos, oficinas, seminários, distribuição de material informativo, entre outras, sempre priorizando: I – a realização de ações educativas com enfoque na conscientização da população sobre a importância da conscientização e participação dos homens na luta pelo fim da violência contra as mulheres; II – o incentivo aos órgãos da Administração Pública Estadual, empresas, entidades de classe, associações, federações e à sociedade civil organizada para engajarem nas campanhas sobre o tema.
O Poder Executivo Estadual poderá buscar parcerias e firmar convênios junto às entidades, empresas e demais órgãos da iniciativa privada para a execução das ações de conscientização da Campanha Laço Branco.
História
O movimento “Laço Branco – Homens pelo fim da violência contra as mulheres” tem como lema “jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos diante dessa violência” e foi criado por um grupo de homens canadenses que se uniram em repúdio à violência contra a mulher, a partir de um massacre ocorrido em 1989, em Montreal.
Um homem de 25 anos invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica e ordenou que os homens se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Assassinou 14 mulheres a tiros à queima-roupa. Ele disse não suportar a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino. O crime mobilizou a opinião pública de todo o país. Além do símbolo do Laço Branco, eles também adotaram como lema jamais cometer um ato Violence Against Women – White Ribbon to contra as mulheres e não fechar os olhos diante dessa violência.
As ações de combate a todas as formas de violência contra as mulheres podem ganhar mais um reforço em Mato Grosso do Sul. O segundo secretário da Assembleia Legislativa (ALEMS), deputado Pedro Kemp (PT), apresentou nesta quarta-feira (06/12) o projeto de lei que inclui no Calendário Oficial de Eventos do Estado a Semana de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra as Mulheres – Campanha Laço Branco. Segundo ele, a data deverá ser celebrada anualmente neste período, em que está inserido o dia 06 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, instituído pela Lei Federal 489/07.
O parlamentar citou o Anuário Brasileiro da Segurança Pública, que registrou aumento nos casos de violência contra as mulheres no ano de 2022. “Foi uma média de 103 acionamentos, por hora, nos serviços de atendimento à mulher”, informou. “É extremamente importante instituirmos aqui no Estado esta data, para que os homens também se comprometam em fazer essa luta e se posicionarem contra qualquer forma de violência contra as mulheres”, complementou.
O projeto, que segue para apreciação da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), prevê a realização de ações de conscientização, incentivo ao cuidado e promoção do tema, como palestras, cursos, oficinas, seminários, distribuição de material informativo, entre outras, sempre priorizando: I – a realização de ações educativas com enfoque na conscientização da população sobre a importância da conscientização e participação dos homens na luta pelo fim da violência contra as mulheres; II – o incentivo aos órgãos da Administração Pública Estadual, empresas, entidades de classe, associações, federações e à sociedade civil organizada para engajarem nas campanhas sobre o tema.
O Poder Executivo Estadual poderá buscar parcerias e firmar convênios junto às entidades, empresas e demais órgãos da iniciativa privada para a execução das ações de conscientização da Campanha Laço Branco.
História
O movimento “Laço Branco – Homens pelo fim da violência contra as mulheres” tem como lema “jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos diante dessa violência” e foi criado por um grupo de homens canadenses que se uniram em repúdio à violência contra a mulher, a partir de um massacre ocorrido em 1989, em Montreal.
Um homem de 25 anos invadiu uma sala de aula da Escola Politécnica e ordenou que os homens se retirassem da sala, permanecendo somente as mulheres. Assassinou 14 mulheres a tiros à queima-roupa. Ele disse não suportar a ideia de ver mulheres estudando engenharia, um curso tradicionalmente dirigido ao público masculino. O crime mobilizou a opinião pública de todo o país. Além do símbolo do Laço Branco, eles também adotaram como lema jamais cometer um ato Violence Against Women – White Ribbon to contra as mulheres e não fechar os olhos diante dessa violência.
Na Casa de Apoio aos Moradores de Rua São Francisco de Assis, ouvimos as pessoas e presenciamos um trabalho exemplar de valorização do ser humano. É possível sim, inverter a forma de administrar uma cidade e enfrentar de frente os problemas sociais e acolher as pessoas, nossos irmãos e irmãs que estão nas ruas. Como foi dito pelo amigo Padre Júlio Lancellotti sobre ajuda às pessoas em situação de rua: “Nós temos que sair da hostilidade para a hospitalidade. É um processo educativo, político, econômico e social”.
Estou destinando emenda parlamentar para aquisição de um veículo. Parabéns à presidenta, Maria Luiza, querida amiga, e a toda equipe pelo excelente trabalho junto aos nossos irmãos em situação de vulnerabilidade social.