Pedro Kemp: Reunião com representantes dos professores e SED discute projeto que flexibiliza a contratação de profissionais sem nível superior

Pedro Kemp: Reunião com representantes dos professores e SED discute projeto que flexibiliza a contratação de profissionais sem nível superior

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS), presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, liderou reunião sobre o projeto do Governo do Estado que prevê a flexibilização na contratação de educadores sem nível superior. A reunião desta tarde (3) contou com a participação dos representantes da FETEMS (Federação Estadual dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), Conselho Estadual de Educação e SED (Secretaria de Estado de Educação).

“O projeto altera o Estatuto da Educação Básica, que foi uma conquista para a categoria ter nível superior e estar nas salas de aula. É importante deixar a proposta mais clara nas especificidades e excepcionalidades garantindo que haja a flexibilização apenas se não houver profissional da Educação com habilitação e nível superior na localidade”, disse o parlamentar.

Durante a reunião os especialistas apontaram diferentes nuances sobre a realidade vivida pelos estudantes e professores  nos municípios. “Entramos no consenso de que é importante garantir que futuramente não haja brechas para que a lei não seja utilizada para outros fins já que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) já a consagrou”, detalhou Pedro Kemp.

A SED (Secretaria de Educação) justifica a necessidade da regulamentação para atender os alunos nos casos excepcionais que seriam quando não existir professores de nível superior na área rural; comunidades indígenas; quilombolas e também na Educação Especial.

O Projeto de Lei 003/2022 vai à segunda votação na próxima semana. Ele altera a lei 87 de 2000, do Estatuto do Magistério, dos profissionais da Educação.

 “Há um exército de professores com nível superior que não estão aguardando uma oportunidade para trabalhar. Primeiro tem que ser feita uma convocação a esses profissionais e só depois, se não houver quem assuma a vaga, abrir essa possibilidade em caráter excepcional. Não podemos admitir que leigos ocupem as vagas e isso se torne uma regra”.

“É preciso tomar cuidado para que não haja precedente, como aconteceu na Prefeitura de Campo Grande. Professores com nível superior da Educação Especial foram substituídos por professores de nível médio recebendo salários menores”, finalizou o deputado.

Kemp questiona projeto que permite a contratação de profissionais da Educação sem nível superior

Kemp questiona projeto que permite a contratação de profissionais da Educação sem nível superior

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) em pronunciamento nesta terça-feira (3), durante a sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, questionou o recente projeto do Governo do Estado que, irregularmente, permite a contratação de profissionais da Educação sem nível superior. O Projeto de Lei 003/2022 que altera a lei 87 de 2000, o Estatuto do Magistério, dos profissionais da Educação. O parlamentar, que preside a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, se posicionou ao lado da categoria da Educação e enfatizou que vai discutir nesta tarde (14 horas) com representantes dos profissionais, em reunião na Presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, maneiras para corrigir essa situação e evitar a irregularidade. “Há um exército de professores com nível superior que não estão dando aula. Primeiro tem que ser feita uma convocação a esses profissionais e só depois, se não tiver quem assuma a vaga, abrir essa possibilidade. Não podemos admitir que leigos ocupem as vagas sem que haja uma discussão a respeito”.

“É preciso tomar cuidado para que não haja precedente, como aconteceu na Prefeitura de Campo Grande. Professores com nível superior da Educação Especial foram substituidos por profesores de nível médio recebendo salários menores”.

Educação: Kemp cobra pagamento da folha suplementar a profissionais que estão há três meses sem salários

Educação: Kemp cobra pagamento da folha suplementar a profissionais que estão há três meses sem salários

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) cobrou, nesta terça-feira (3), o Governo Estadual para que faça o pagamento dos profissionais da Educação da rede estadual que desde o mês de fevereiro trabalham sem receber salários, O parlamentar preside a Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia,  da Casa de Leis. “Já solicitei o pagamento da folha suplementar. Inadmissível esses profissionais estarem até agora sem receber os pagamentos”.
Durante o pronunciamento, Kemp recebeu a informação de que o Estado promete pagar a dívida com os educadores até a próxima semana. Ele frisou que é importante manter o pagamento dos salários em dia. “Quando os salários atrasados são depositados de uma só vez o desconto do Imposto de Renda é muito maior”.

O salário além de ser uma garantia social e o servidor ter todo um sistema de proteção constitucional – artigos 39 ao 41 da Constituição Federal – , é considerado crédito de natureza alimentícia. Por isso, seu pagamento deve ser diferenciado em relação a outras despesas públicas.

Aprovado projeto de combate a fake news

Aprovado projeto de combate a fake news

O projeto do deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS), que institui a data 24 de março como Dia Estadual de Combate a notícias falsas, as fake news, foi aprovado em segunda votação nesta quarta-feira (27), durante a sessão da Assembleia Legislativa. O dia escolhido foi considerado pela lei federal 13.605/2018, o Dia Internacional do Direito à Verdade  – homenagem a Monsenhor Óscar Arnulfo Romero, que denunciou casos de violações dos direitos humanos em El Salvador. Ele foi assassinado em 24 de março de 1980.  Atualmente existem sites para checagem de notícias como Agência Lupa,  Fato ou Fake,  Agência Pública,  E-Farsas  e  Fake Check.

“A força nefasta da disseminação das fake news, como atividade econômica com equipe paga para a execução do crime, ficou ainda mais evidente durante a pandemia do novo Coronavírus-19. Parte da população recusou a vacinação ou utilizou medicamentos sem eficácia no combate
a doença”. Durante a CPI da Covid veio à tona o fato de empresas privadas ligadas ao governo federal. Elas obtiveram lucros milionários com a propagação do vírus a 21,9 milhões de brasileiros e a morte de 610 mil pessoas. Um crime!”.

De acordo com informações do Projeto de Lei apresentado pelo parlamentar, a sobrecarga de informações e falta de entendimento da maioria da população sobre o funcionamento da internet e do interesse econômico camuflado por trás do impulsionamento dos conteúdos acabam por proliferar de maneira “disfarçada” mentiras. E esse tipo de crime acontece “sem autoria” e o combate não é de interesse pois, geram lucros milionários às empresas donas do Facebook, Google, Instagram entre outras.

Os conteúdos de ódios são os mais acessados e as fake news disseminam ódio, fascismo, misoginia, homofobia, racismo e posts antidemocráticos. Cabe ao poder público criar mecanismos eficientes de fiscalização e controle para que as pessoas tenham informação e consciência para identificar a fake news.

Desde 2019, o governo federal enfrenta no STF (Supremo Tribunal Federal) um processo de investigação pela suspeita de ameaças a pessoas e instituições democráticas. Através de perfis falsos vinculados equipes do chamado  “Gabinete do Ódio” utilizam do esquema milionário para disseminar mentiras contra adversários políticos.

Dicas para identificar Fake News

Segundo informações do site canaltech (https://canaltech.com.br/), identificar uma notícia falsa não é uma tarefa fácil, porém, é crucial para que Fake News não sejam disseminadas na era digital com um fluxo de informações rápidas. Para identificar este tipo de notícias, é importante que algumas dicas sejam seguidas.

Um ponto a ser considerado e que sempre chama a atenção é o título. Focar exclusivamente nele pode tirar o contexto da matéria e até mesmo a data de sua publicação. Muitos textos utilizam click bait, que é apenas para fisgar leitores e gerar acessos.

Evite sempre este tipo de conteúdo e sempre leia o conteúdo das matérias. Ainda assim, desconfie de informações extremistas e com informações vagas. Informações bem escritas e claras, acompanham fontes e confirmam a possibilidade de aquela notícia ser verdadeira.

Com o poder das redes sociais, muitos vídeos e imagens são mais facilmente circulados do que links externos. Imagens e vídeos geralmente não possuem referências, portanto, é muito importante desconfiar deste tipo de conteúdo, pois ele se espalha de forma rápida. Confira sempre se existe alguma matéria publicada em sites sobre aquele determinado assunto.

Ao verificar sempre se uma notícia foi publicada, verifique se ela pode ser acessada em diversos veículos de alta circulação e confiabilidade. Caso você compreenda inglês, verifique também se as informações internacionais foram publicadas por grandes veículos estrangeiros de grande influência.

Sites que se utilizam de Fake News costumam utilizar algumas fontes para disseminar mentiras. É importante verificar as fontes, pois a junção de informações descontextualizadas pode gerar uma notícia falsa. É muito importante verificar que imagens podem ser forjadas, como capas de grandes revistas contendo manchetes falsas.

Antes de compartilhar alguma informação, verifique sempre, tire um tempo para validar aquilo que você está repassando, não apenas compartilhe logo de cara. Sempre que tiver dúvidas sobre o conteúdo recebido, a melhor opção é não compartilhar.

É muito importante ficar atento a estas dicas, pois compartilhar Fake News pode induzir pessoas a cometerem erros. Combater o compartilhamento de falso conteúdo é uma responsabilidade de todos.

Kemp solicita apoio policial a moradores da Orla Morena, que sofrem com onda de furtos e roubos

Kemp solicita apoio policial a moradores da Orla Morena, que sofrem com onda de furtos e roubos

Uma das áreas mais conhecidas de lazer em Campo Grande, a Orla Morena, na região da Vila Planalto, tem enfrentado problemas como furtos e roubos. Moradores e comerciantes acionaram o mandato do deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS), que nesta terça-feira (26), encaminhou pedido de policiamento ostensivo naquela área para o secretário estadual de Segurança Pública, Antonio Carlos Videira.
“Pedimos providências urgentes no sentido de autorizar o reforço do policiamento ostensivo na região do Bairro Vila Planalto e da Orla Morena. Moradores entraram em contato pedindo ajuda por conta da onda de assaltos e furtos que vem acontecendo no comércio e nas residências da região”.
Reportagens mostram que o problema da segurança pública na região tem como pano de fundo o caos na área social da cidade, que também precisa de políticas públicas urgentes que priorize o enfrentamento às drogas.