Após veto do Governo, Projeto de Lei de Kemp que prevê o recolhimento de remédios vencidos passa no Legislativo com apoio da maioria

Em tramitação desde 2011, Projeto de Lei do deputado estadual Pedro Kemp (PT), que foi vetado pelo Governo, acabou sendo aprovado essa semana pela maioria na Assembleia Legislativa e passa a valer em Mato Grosso do Sul. Todas as farmácias e drogarias são obrigadas, agora, a receber medicamentos vencidos para que sejam descartados pela indústria farmacêutica e dessa forma, o meio ambiente seja preservado.

Conforme o autor da lei, a ser promulgada agora pelo Legislativo, os remédios com prazo de validade expirado eram colocados em lixões ao ar livre. “Ficavam sujeitos ao
recolhimento e utilização, especialmente pelos catadores de material
reciclável, que podem ser  vítimas de intoxicação”.

Eis o Projeto de Lei:

Dispõe sobre a obrigatoriedade das
farmácias e drogarias manterem
recipientes para coleta de medicamentos,
cosméticos, insumos farmacêuticos e
correlatos, deteriorados ou com prazo de
validade expirado.

Art. 1o – As farmácias e drogarias do Estado de Mato Grosso do Sul ficam obrigadas a manter recipientes para a coleta de medicamentos, cosméticos, insumos farmacêuticos e correlatos, deteriorados ou com prazo de validade expirado, observando:
I – deve o recipiente ser lacrado, de material impermeável e com abertura superior, a fim de
que seja realizado o depósito dos referidos materiais;x

II – ficar em local visível e de fácil acesso acompanhados de cartazes com os seguintes
dizeres “Proteja o meio ambiente. Deposite aqui medicamentos e outros produtos
farmacêuticos deteriorados ou com prazo de validade vencido”. x

Art. 2o Os resíduos recolhidos deverão ser acondicionados em caixas, também
impermeáveis, com lacre assinado pelo farmacêutico responsável pelo estabelecimento,
permanecendo guardadas em local seguro, afastadas das prateleiras e dos clientes. x

Art. 3o O material recolhido deverá ser encaminhado a instituições que possuam Plano e
Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, conforme Resolução da
Diretoria Colegiada n.o 306, de 7 de dezembro de 2004, da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA, ou a distribuidoras de medicamentos, nos termos do art. 13, inciso VIII, da Portaria n.o 802, de 8 de outubro de 1998, da ANVISA, e do art. 20 do Anexo II da referida Portaria.
§ 1o As referidas embalagens deverão estar acompanhadas de um relatório, contendo o
nome fantasia dos produtos, o nome técnico, a quantidade, o lote, o fabricante e o motivo
pelo qual não podem ser utilizados.

§ 2o O encaminhamento referido no caput do artigo fica dispensado se a farmácia ou drogaria adotar programa próprio de coleta e destinação dos resíduos mencionados nesta Lei.
Art. 4o Cabe aos agentes da Vigilância Sanitária Estadual a fiscalização da execução desta lei.

Art. 5o As farmácias e drogarias que não cumprirem o disposto nesta lei serão notificadas e terão o prazo de 30 dias para se ajustar à norma.
Parágrafo único. Expirado o prazo estabelecido no caput do artigo e persistindo na
inobservância desta lei, o estabelecimento notificado estará sujeito à multa de 100 (cem)
UFERMS e 500 (quinhentas) UFERMS em caso de reicindência.
Art. 6o Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Sala das Sessões,21 de junho de 2011.
Pedro Kemp
Deputado Estadual – PT

 

Com pátios de delegacias e órgãos transformados em “ferros-velhos”, Kemp propõe projeto de lei para transformar sucatas em recursos públicos

 

Com os pátios das delegacias e órgãos públicos tomados por veículos abandonados, muitos apreendidos pela polícia, e que ao longo dos anos se deterioram sob sol e chuva, o sinal de abandono poderá ser revertido em prol da população. O deputado estadual Pedro Kemp (PT) apresentou esta semana um Projeto de Lei que dá condições ao Estado de utilizar o material ‘esquecido’ e obter recursos através de leilão dos veículos, peças e também fazer a destruição de toda sucata. Desta forma, os locais que hoje parecem “cemitérios’ de peças e veículos abandonados poderão ser limpos e o valor arrecadado recolhido na conta do FUNRESP/MS (Fundo Especial de Reequipamento da Sejusp/MS), responsável pelo aparelhamento da Policia Civil de Mato Grosso do Sul.

 

O Projeto de Lei

 

Consta na proposta de Kemp que todo o material apreendido em decorrência de investigação policial terão um regulamento por meio da Lei. Segundo o artigo 2°, o material apreendido, instrumento de delito, objeto desta lei, poderá ser destruído após o devido laudo pericial feito pelo Instituto de Criminalística. Será necessário descrever o estado do veículo, ser for o caso, ou descrição do material, sendo que em ambos os casos a lei prevê a avaliação venal.

No caso do Estado não conseguir localizar o proprietário, a informação deverá ser explícita no laudo pericial. Neste caso, o valor venal deverá ser mensurado, aproximadamente, como peso de sucata após a devida destruição. Neste caso, só como sucatas poderão ser alienados, devendo a Delegacia de Polícia Civil responsável pela apreensão, mediante ofício, providenciar a devida baixa no órgão responsável – Detran/MS, que deverá ser acatada no prazo de 15 (quinze) dias.

A baixa no Detran/MS se dará independentemente de pagamentos de multas, tributos e demais encargos legais. O Detran deverá encaminhar dossiê completo à Procuradoria Geral do Estado – PGE – para devida cobrança em Dívida Ativa, ou outras medidas que a Procuradoria Geral do Estado entender cabíveis no âmbito de sua competência.

O leilão

De acordo com a Lei proposta por Kemp, a administração pública será responsável pelo devido processo licitatório de escolha de leiloeiro público. Os leilões serão realizados na capital do Estado, preferencialmente, podendo ocorrer nas outras regiões, em caso de grande peso do material.

Os veículos poderão ser leiloados pela Polícia Civil após 6 meses do devido auto de apreensão, salvo nos casos da previstos na legislação aqueles reclamados por terceiros de boa-fé ou por determinação judicial.

Ainda conforme a proposta, o leilão será precedido de avaliação dos bens e de publicação de edital no Diário Oficial do Estado e na internet através do Portal do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. Deverá ser pública todas as informações como a identificação do veículo pela marca, modelo, ano, cor, número do chassi, tipo de combustível e, se possível, placa. Também deverá ser público o número da investigação ou Registro de Ocorrência o qual o veículo, peças, sucatas e assemelhados estão vinculados.

Destino do material

Os veículos, peças, sucatas ou assemelhados apreendidos antes da vigência da presente lei deverão ter seu destino providenciado no prazo de 60 dias, a partir da sua entrada em vigor.

Não poderá ir para leilão

A lei tem exceção. “Excluem-se dessa lei os veículos apreendidos em virtude de investigação que objetiva determinar a origem escusa do dinheiro, ou recuperar ativos financeiros oriundos de fraude, que teria sido utilizado na compra de tal veículo, bem como quando a dúvida de propriedade ou questionamento de posse, devendo nesses casos ser observada legislação federal vigente”, de acordo com o artigo 8o.

 

O leiloeiro vencedor do processo licitatório ficará também responsável pelo leilão de carros apreendidos recuperados de roubo/furto, que não forem entregues ou não foram reclamados pelos seus legítimos proprietários, no prazo de 90 dias. “ O prazo só começará a correr depois de comprovado no Registro de Ocorrência, 3 (três) intimações ao proprietário do veículo e que fique clara a circunstância da recuperação do material e a consequência de todo o processo no caso do proprietário não retirar o veículo no prazo legal”.

No caso do veículo apreendido ter multas registradas, parte do dinheiro arrecadado do leilão será para quitar a dívida.

Justificativa do Projeto de Lei

Acompanhamos com frequência o problema causado à Polícia Civil em decorrência dos

veículos que são apreendidos e estão abandonados nos pátios das delegacias ou em pátios dos órgãos públicos.

Estes locais acabam sendo um grande problema, pois atrapalham os trabalhos e tornam-se áreas propicias para a proliferação de insetos.

Nos pátios de veículos apreendidos existem aqueles abandonados pelos proprietários e

também aqueles que em decorrência da morosidade processual acabam se tornando

irrecuperáveis pela deterioração sob sol e chuva.

Tais veículos, sucatas peças ou outros materiais, podem ter uma destinação mais útil à

coletividade contribuindo com a manutenção dos serviços da Polícia Civil caso exista uma

legislação específica que autorize o Estado a aproveitar todo o material a bem do serviço público.

O Projeto de Lei proposto autoriza o Poder Executivo a realizar leilão dos veículos,

sucatas, peças ou assemelhados. A proposta resguarda a garantia da plena informação aos proprietários sobre os procedimentos tomados caso não tomem as providências cabíveis para sua devolução e também os casos em que há litígio sobre a posse, decisão judicial, ou lei federal específica.

Pretendemos com a apresentação deste projeto, abrirmos o debate no parlamento e dessa forma solucionar o problema de falta de espaço e más condições de trabalho nos pátio das delegacias da Policia Civil, abarrotados de veículos abandonados.

Policiais feridos durante o trabalho terão assistência hospitalar custeada pelo Governo

O Projeto de Emenda Constitucional de autoria de Pedro Kemp (PT) foi aprovado em segunda votação nesta terça-feira (17) e já passa a valer. Não é necessária a sanção do governador. Proposta partiu do Sinpol-MS (Sindicato dos Policiais Civis de MS), que acompanharam a votação no plenário.

_________________________________________________________

 

Veja o que diz o texto na íntegra:

 

Projeto de Emenda

 

Constitucional 00004/2013

 

Texto Proposição

Acrescenta o parágrafo único ao art. 41 da Constituição do Estado de Mato Grosso do Sul.

 

Art. 1o Fica acrescido ao art. 41 da Constituição Estadual o parágrafo único, com a seguinte redação:

Art. 41…Parágrafo único. Aos policiais civis, militares e do Corpo de Bombeiros Militar, vítimas de acidentes em decorrência da atividade profissional de confronto, salvamento ou treinamento, será garantida pela administração pública estadual, a cobertura integral das despesas hospitalares e do tratamento médico necessários para o restabelecimento da saúde do policial.

Art. 2o Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação. Sala das Sessões, 25 de Abril de 2013.

Pedro Kemp

 

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso do Sul

JUSTIFICATIVA

A Assembleia Legislativa recebeu representantes de policiais civis que relataram os problemas referentes a proteção integral do servidor público que trabalha nas ruas diretamente no combate aos crimes nas modalidade de repressão, prevenção e investigação.

Dentre as inúmeras dificuldades enfrentadas pela categoria, chamou atenção, o relato dos casos de policiais, civis e militares, que após serem vítimas de armas de fogo, nos confrontos diretos ou nos treinamentos, não são amparados pelo Estado, no que diz respeito aos gastos decorrentes das despesas do tratamento médico.

Nos casos, onde os ferimentos foram mais graves é comum o policial ter sérias sequelas, como o comprometimento dos movimentos ou a lesão de outros órgãos do corpo. Quando há necessidade de tratamentos mais complexos, todo o ônus recai exclusivamente sobre seu salário, tendo que arcar com as despesas porque o plano de saúde não oferece cobertura total, como por exemplo, a colocação de próteses.

O Art. 41 da Constituição Estadual trata dos servidores da segurança pública, sendo neste dispositivo estabelecidas as diretrizes legais para organização da carreira,garantias, deveres e prerrogativas. Sendo portanto, o referido artigo, o local mais apropriado para recepcionar o texto do proposto como parágrafo único.

As despesas decorrentes da garantia deste direito não significará nenhum prejuízo aos cofres públicos, uma vez que, felizmente, não são muito os casos registrados, no entanto é uma significativa conquista para o trabalhador/servidor público militar, tendo em vista que toda a categoria sabe das dificuldades financeiras enfrentadas por aqueles colegas policiais vítimas do combate ao crime que ficaram doentes ou que estão em processo de recuperação.

Kemp vai à tribuna e defende suspensão do concurso da Sefaz

Após inscritos levantarem suspeitas contra concurso público para fiscal de rendas e agente tributário do Estado, o deputado estadual Pedro Kemp (PT) foi à tribuna e defendeu nesta quinta-feira (13) a  suspensão do concurso da Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda) e a execução de licitação para que uma empresa de fora aplique as provas já que servidores que ocupam cargos de chefia vão fazer o exame, preparado pela própria Secretaria.

A bancada do PT por meio de uma indicação vai pedir ao Governo a suspensão das provas para que população tenha segurança e confiança na lisura do processo. 12 mil já estão inscritos; 60 vagas e os salários são de R$ 6,6 mil e R$ 10,8 mil.

Deputados governistas afirmam que não há problema no concurso já que o Estado fez nos últimos 7 anos, 16 concursos. Porém, os oposicionistas afirmam que para os melhores salários do serviço público essa é a primeira vez que é o próprio Governo que prepara as provas, aplicaçṍes e correções.

Foto: Giuliano Lopes/AL

Kilowog: “First combat?”Kilowog: “Don’t worry, Rookie

pIn the backstory of Chrono Crusade, Rosette constantly dragged her brother, Joshua, out to play in the forest near the orphanage where they lived because she was afraid that Father Remington would split them up by taking Joshua to the Magdalene Order and leave her behind. Joshua himself wasn’t quite as bothered by the idea of having to split up with Rosette, because he wanted to learn how to control his healing powers. Additionally, his powers didn’t heal himself was often sickly and was afraid of Rosette having to put her life on hold to take care of him.
/p
pHermes Birkin replica Black Comedy: A master. Arguably one of the best examples is his material on suicide in Life is Worth Losing, where he monologues as though he were planning to kill himself and discussed when, where and how to do it it was hilarious. The suicide note for example. Black Comedy Rape: He had several hilarious bits related to rape. It becomes a Brick Joke as a Green Aesop:George Carlin: Man. Mother Earth, raped again. Guess who. “Hey, she was asking for it.” Hermes Birkin replica
/p
pHermes Replica Handbags Used in one issue of Marvel Adventures: Avengers; the Avengers end up playing Human Chess with Galactus over the fate of an alien world. Hulk screws up and it’s a stalemate so they try in a human scaled stadium baseball. Ant Man screws it up so they play poker Hulk screws up again, and then Spider Man mentions that he’s hungry and they end up in an infinite star restaurant. The Marvel Comics cosmic villain, The Grandmaster a href=”http://exokoffie.com/made-even-more-hilarious-by-the-comic-notes/”http://exokoffie.com/made-even-more-hilarious-by-the-comic-notes//a, is obsessed with games, especially using humans as pawns. In one occasion, he challenged Death herself, in order to get back his dead brother. He won, but had to die in his place. This turned out, however, to be part of his larger Thanatos Gambit. Hermes Replica Handbags
/p
pwholesale replica handbags Death by Adaptation: In the original story, Bolphunga flies away, and Mogo may not even have noticed his visit. Dramatic Irony: A bunch of holograms show happy moments from Laira and her father’s lives as they fight. As usual, references to Sinestro being a good guy who’d never betray the Corps are played for as much of this as possible. Drill Sergeant Nasty: Deegan. And Kilowog, obviously (although not as bad as Deegan). Kilowog: “First combat?”Kilowog: “Don’t worry, Rookie. This ain’t gonna be half as bad as boot camp.” wholesale replica handbags
/p
pReplica Valentino bags There are plenty of that give their children up for adoption (in a responsible manner, not advocating how this birth mom handled it). I think it totally understandable that this woman wanted to find her mother, and she seems to be handling herself with a lot of grace, considering the notoriety she has gained. That said, we don really know what went on at this meeting or how she really feels about her birth mother. The statements have all been very positive and diplomatic, which I think is responsible. But it probably is not capturing the full picture. Replica Valentino bags
/p
pReplica bags This illness is caused by the over population of the candida fungi. This fungi is always present in the human body, but when it gets out of control that is when the problems starts. There are various medications and treatments that have been used to treat yeast infection, some are very good while others are not so good. Replica bags
/p
pReplica Stella McCartney bags The one time he got kicked out of the group they fell apart, since they needed someone to be the Butt Monkey. California Doubling: The college is supposed to be located in suburban Denver, but palm trees and cars with California plates are often visible in exterior shots. According to Dan Harmon on the DVD Commentary, the reason. Replica Stella McCartney bags
/p
pReplica Designer Handbags In a blatant appeal to Fanservice, the table is festooned with large busted women all over its backglass and playfield art. Unbeknownst to Bally management, artist Dave Christensen also included several risque bits in the backglass, including a guy flipping off the viewer and a woman enthusiastically grabbing the groin of a man behind her. Bally responded by adding small mirrored stars over the objectionable parts, though they didn’t completely obscure the art. Replica Designer Handbags
/p
pValentin replica Break the Haughty: Dorvin spends most of Requiem’s Hope being humiliated or trumped in fights, although he brought most of it on himself. After his sister dies, he’s fully broken, and subsequently lightens up in the third novel. Bring My Brown Pants: Leresy Cadigus wets himself twice. First it’s during the Battle of Castra Luna while he’s trying to run away, and it happens again later after Valien nearly chops his head off Valentin replica.
/p