Saudade – 18 anos da morte de Dorcelina Folador

Saudade – 18 anos da morte de Dorcelina Folador

“Ela foi uma prefeita voltada para o bem público. Quem não queria políticas voltadas ao interese público calou Dorcelina”. (Pedro Kemp)

Dorcelina Folador, prefeita de Mundo Novo, foi assassinada na varanda de sua residência no dia 30 de setembro de 1999.
Dorcelina era professora, deficiente física, militante do movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, poeta, artista e fundadora do PT no município. Foi eleita prefeita em 1996, com uma gestão voltada para inclusão social, participação popular e transparência administrativa. À época de sua morte tinha 86% de aceitação pública.
Crueldade

Em 2003, receberam a condenação pelo envolvimento no crime Theófilo Stocker, Valdenir Machado, Esmael Meurer, Roldão Teixeira de Carvalho e Getúlio Machado. O ex-secretário do município na gestão da prefeita petista, Jusmar de Oliveira, foi considerado o mandante do crime e foi condenado a 18 anos de prisão.

“Orçamento Público e Função Social da UEMS” é tema de audiência pública

“Orçamento Público e Função Social da UEMS” é tema de audiência pública

Audiência Pública “Orçamento Público e Função Social da UEMS” acontece na segunda-feira às 13h30 no campus Campo Grande – O deputado estadual Pedro Kemp, presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, é o proponente da audiência, uma parceria entre o Legislativo e a ADUEMS (Associação dos Docentes da UEMS)

“A UEMS é muito importante para a formação dos nossos jovens. Ela enfrenta problemas que vão desde a falta de infraestrutura nas cidades do interior até a falta de recursos e até de professores. A audiência pública pretende discutir os problemas e buscar juntos uma saída”, disse Pedro Kemp.

Com R$ 207 milhões de orçamento para 2018, R$ 160 milhões já estão comprometidos com despesas da Universidade (folha de pagamento e financiamento) só restando 22% de todo o orçamento para custear os 15 campus instalados em Mato Grosso do Sul nas cidades de:

Campo Grande, Jardim, Aquidauana, Cassilandia, Paranaiba, Coxim, Nova Andradina, Ivinhema, Gloria de Dourados, Dorados, Amambai, Ponta Porã, Mundo Novo, Ivinhema e Maracaju.

A ADUEMS prepara a audiência, no campus de Campo Grande,  na Avenida Dom  Antonio Barbosa (MS-080), 4.155, em frente ao Conjunto José Abrão, nesta segunda-feira às 13h30, no auditório da instituição.

Haverá a apresentação cultural de Alguimar Amâncio da Silva, a exibição de um vídeo sobre a luta da comunidade acadêmica para que a UEMS seja efetivamente considerada prioridade pelo Governo do Estado.

O deputado estadual Pedro Kemp será o mediador dos debates.

Foram convidados para fazer parte da mesa de autoridades:

o ex-reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Dilvo Ristoff, o membro da Associação Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), o presidente da ADUEMS, Esmael Almeida Machado, o secretário de Estado de Governo, Eduardo Riedel, a secretária de Estado de Educação, Maria Cecília Amêndola da Motta, o secretário de Estado de Fazenda, Márcio Monteiro, a presidente do Diretório Central Acadêmico da UEMS, Olga Cristina Carneiro de Andrade, o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação do MS, professor Jaime Teixeira, o Professor Doutor, que atua junto ao movimento indígena da UEMS, Rogério Ferreira da Silva e a professora, que representa o movimento afrodescendente, Maria de Lourdes Silva.

Para se livrar de cassação, Temer agrada bancada ruralista e “dá aval” a trabalho escravo, denuncia Pedro Kemp

Para se livrar de cassação, Temer agrada bancada ruralista e “dá aval” a trabalho escravo, denuncia Pedro Kemp

“O Temer precisa do voto da bancada ruralista para se safar de mais uma investigação contra ele no Congresso e assina essa portaria que considera trabalho escravo somente quando houver cerceamento da liberdade, ou seja, acaba com o conceito de que se configura escravidão trabalho forçado; servidão por dividas; condição degradante. Até o ex-presidente FHC criticou, chamou de retrocesso porque o Brasil já foi exemplo mundial de combate ao trabalho escravo. Já o Dória, se reuniu com os ruralistas e aprovou essa medida que vai dificultar a fiscalização”.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) foi categórico em seu pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (18), quando chamou de compra de votos deslavada a portaria publicada na segunda-feira (16) no Diário Oficial da União, que o Ministério do Trabalho alterou os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas à de escravo, para fins de concessão de seguro-desemprego. A norma também altera o modo como é feita a inclusão de empresas na chamada “lista suja” do trabalho escravo.

“O Temer precisa do voto da bancada ruralista para se safar de mais uma investigação contra ele no Congresso e assina essa portaria que considera trabalho escravo somente quando houver cerceamento da liberdade, ou seja, acaba com o conceito de que se configura escravidão trabalho forçado; servidão por dividas; condição degradante. Até o ex-presidente FHC criticou, chamou de retrocesso porque o Brasil já foi exemplo mundial de combate ao trabalho escravo. Já o Dória, se reuniu com os ruralistas e aprovou essa medida que vai dificultar a fiscalização”.

Segundo o parlamentar, o presidente golpista passou dos limites e só uma ação forte da sociedade poderá fazer com que ele volte atrás já que organizações internacionais também estão se mobilizando. “Michel Temer aplica mais uma medida de retrocesso. Primeiro foi o golpe contra a presidenta Dilma. E ai, disse a que veio. Reforma trabalhista já aprovada, terceirização, Reforma da Previdência, ou seja, está a serviço do capital financeiro, banqueiros, ruralistas. É o desmonte do estado brasileiro. É evidente que essa é uma medida para atender a bancada ruralista. O trabalhador rural será escravizado com essa medida”. Segundo Kemp, enquanto isso, no Congresso Nacional, o Senado autoriza que Aécio Neves continue mesmo tendo evidências de recebimento de propina.

Mas o Ministério Público do Trabalho já reagiu: diz que a portaria é uma tentativa orquestrada do governo de “enfraquecer o combate ao trabalho escravo”.

“Por meio de instrumento normativo inadequado, portaria, o Ministério do Trabalho enfraquece o conceito de trabalho análogo ao de escravo do artigo 149 do Código Penal, fazendo-se substituir pelo legislador ordinário”, afirma Maurício Ferreira Brito, vice-coordenador da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete), do MPT.

O enfraquecimento, segundo Brito, vem de uma série de atos do governo, como a exoneração do chefe da Divisão de Fiscalização para Erradicação do Trabalho Escravo (Detrae) do Ministério do Trabalho, André Roston. No último ano, segundo Brito, foi a primeira vez que o MPT teve que interromper seu trabalho de combate ao trabalho escravo por falta de recursos.

Ele lembra ainda que o enfraquecimento vai na contramão da decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), que responsabilizou internacionalmente o Estado brasileiro por não prevenir a prática de trabalho escravo moderno e de tráfico de pessoas. O Brasil é o primeiro país condenado pela OEA nessa matéria, no caso da Fazenda Brasil Verde.

Lista suja
A Portaria MTB 1.129/2017 trata também da “lista suja” do trabalho escravo, dizendo que a inscrição do empregador no Cadastro de Empregadores fica a cargo do ministro do Trabalho. Além disso, condiciona a inscrição à existência de um boletim de ocorrência.

Para Maurício Brito, o Ministério Público do Trabalho deve, em breve, adotar medidas judiciais contra a portaria.

 

Jacqueline Lopes DRT-078/MS – Assessoria de Imprensa Mandato Participativo Pedro Kemp

Fonte: OGLOBO

“Arte! MS Contra a Censura”: Mandato Pedro Kemp e UFMS realizam audiência e artistas se unem em defesa da liberdade

“Arte! MS Contra a Censura”: Mandato Pedro Kemp e UFMS realizam audiência e artistas se unem em defesa da liberdade

“Ações contra a Arte são demonstrações de ódio e intolerância vividos no Brasil”. (Pedro Kemp)

Em parceria com a UFMS (Universidade Federal de MS), a Assembleia Legislativa através do Mandato Participativo Pedro Kemp realizou no dia 5 de outubro, às 13h30, na sala 403, do Bloco 06, na UFMS, a audiência pública Arte!MS Contra a Censura, quando acadêmicos de artes, artistas, produtores culturais e representanes da sociedade civil participaram dos debates. Após a audiência os artistas se reuniram e iniciaram ações nas ruas de apoio à Cultura e à liberdade de expressão contra qualquer forma de censura.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT), foi o proponente da audiência pública e mediou os debates. Fizeram parte da mesa: arquiteto Ângelo Arruda (ex-presidente do Conselho Estadual de Arquitetura/ex-coordenador do curso de Arquitetura da UFMS); Professor Doutor Paulo Duarte Paes – Curso de Artes Visuais – Faculdade de Arte, Letras e Comunicação da UFMS; Fernanda Teixeira – Presidenta do Fórum Estadual de Cultura;  Gilberto Luiz Alves – Professor Doutor, presidente do Instituto Cultural Gilberto Luiz Alves, conselheiro do Museu de Arte Contemporânea – professor da Uniderp; Marcelo Martins, advogado que está acompanhando o caso no MARCO, Fernando Cruz – Representando a Rede Brasileira de Teatro, e o vereador Eduardo Romero (REDE).

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS) pontuou a importância do espaço democrático para o debate qualificado sobre o momento enfrentado pelas artes no País. Foram várias polêmicas envolvendo exposições de artes. Desde a “prisão” do quadro que aparece a silhueta de uma criança e a genitália de um homem, uma pintura que denúncia a pedofilia, da artista Alessandra Cunha, no Museu de Arte Contemporânea (MARCO), em Campo Grande, até os casos que foram para a mídia nos últimos dias.(*)

 

Em Mato Grosso do Sul, parlamentares entenderam que o quadro, no MARCO, ofendia a moral e os bons costumes e incentivava a pedofilia. Um delegado foi até o museu e mandou “prender”, sem ordem judicial, o quadro. “Entendemos como um equivoco dos parlamentares”, pontuou Kemp.

“Ações contra a Arte são demonstrações de ódio e intolerância vividos no Brasil. E o papel da Assembleia Legislativa junto com a UFMS é de resgatar o debate, o respeito entres os que pensam diferente, combater o falso moralismo, o pensamento autoritário e intolerante”, afirmou o deputado.

A contextualização do momento político enfrentado pelo povo brasileiro com a “prisão do quadro do Marco” e a (**)prisão do ex-reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Luiz Carlos Cancellier de Olivo, que se suicidou, foi abordado pelo arquiteto Ângelo Arruda (ex-presidente do Conselho Estadual de Arquitetura/ex-coordenador do curso de Arquitetura da UFMS). “Qual o significado para uma sociedade democrática da “prisão” de uma tela e do ato de arbitrariedade da prisão de um reitor na mesma ponta? O mesmo movimento que tirou uma presidenta da República eleita democraticamente se junta e se acha no direito de retirar quadros, filmes, ou, a gente faz o enfrentamento ou vamos sofrer. Assisti um vídeo do Bolsonaro dizendo que não tem problema nenhum em mandar matar alguém. Há uma relação direta desses discursos fascistas com essas ações”, disse Arruda citando como forma de resistência a música de Caetano Veloso e Os Mutantes, É proibido Proibir (***).

Para o Professor Doutor, presidente do Instituto Cultural Gilberto Luiz Alves, conselheiro do Museu de Arte Contemporânea e professor da Uniderp, Gilberto Luiz Alves  a recente intervenção policial que subtraiu uma tela de mostra que estava sendo exibida pelo MARCO representa sobretudo, falta de conhecimento. 

“Integro o corpo de curadores do Museu de Arte Contemporânea – MARCO, juntamente com a Profa. Eluiza Bortolotto Ghizzi, do corpo docente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, e da diretora do Marco, Profa. Lucia Monte Serrat Alves Bueno. Como tal, fui corresponsável pela aprovação da mostra da artista plástica Alessandra Cunha, realizada no MARCO, que tematizava o machismo e chamava à reflexão todas as suas sequelas, inclusive o abuso contra crianças e adolescentes”. 

“Essa instituição foi objeto de uma ação violenta praticada pela polícia, arbitrária e típica das ditaduras, que atingiu igualmente sua gestora. Também foi desrespeitado o direito de livre expressão da artista, o que se configura como censura indevida. Esses abusos exigem respostas afirmativas dos cidadãos. Essa audiência pública é oportuna, nesse sentido. Ela é mobilização e mobilizadora. Ela pode contribuir para a produção de meios que ajudem a frear os abusos de autoridade, como foi o caso”.

“Não nos cabe censurar essas opiniões equivocadas, até porque defendemos radicalmente o direito de expressão. Mas podemos lastimar essa demonstração de péssima formação cultural. Com certeza, os juízos emitidos partiram de pessoas que não frequentam os bons museus do mundo e, inclusive, o nosso. Eles revelaram incapacidade de ler os símbolos imanentes às obras de arte”.

A direção do MARCO está propondo uma ação contra o delegado na Corregedoria de Polícia. As pessoas, que participaram da audiência pública, assinaram e  subscreveram o pedido.  A ação no plano jurídico, conforme o professor é uma parte importante da luta política mais geral contra a censura e o abuso de autoridade.

Para o advogado, que trabalha neste caso, Marcelo Martins, “foram violados vários dispositivos. Houve violência desnecessária, o delegado agiu com ilegalidade”.

Representando a UFMS, idealizador da audiência pública, Professor Doutor Paulo Duarte Paes – Curso de Artes Visuais – Faculdade de Arte, Letras e Comunicação da UFMS, disse que a arte contemporânea tem sofrido sanções em todas as suas formas. “A arte não é o belo. A arte afronta, causa estranhamento, liberta!”.

O momento hoje é de desmonte da Constituição, de impedir que a população tenha contato com a arte, principalmente à maioria da população que enfrenta o sofrimento como as mais carentes, as populações indígenas, os encarcerados. “Quando nos manifestamos estamos iluminando, somos seres singulares, tocamos a universalidade, produzimos liberdade”. O professor Paulo Paes disse ainda que, no episódio da obra do corpo nu, submetida à curadoria do museu, premiada em Curitiba (PR), revelou através das filmagens as quais acusaram a arte de atentar contra a moral e os bons costumes, aspectos psicológicos nocivos. “Filmaram e demonizaram com ódio profundo”, disse ressaltando que a carga de malícia está dentro de quem interpretou a arte e não, na arte em si.

 “Vi uma entrevista do representante do MBL, que vem se posicionando contra, e ele disse que não entende de arte, ou seja, há o interesse político por trás dessas ações assim como foi na década de 20 na Alemanha (com o Nazismo), na Espanha com a perseguição aos artistas, na Itália e na Ditadura Militar no Brasil. Isso faz parte de um dos maiores meios de cerceamento da liberdade”.

A Presidenta do Fórum Estadual de Cultura, Fernanda Teixeira chamou a atenção para o fato do quadro do MARCO ter denunciado o machismo, pois nele havia os dizeres:
O MACHISMO MATA!  A presidenta do Fórum criticou a postura dos parlamentares e provocou uma reflexão sobre o seu papel e a função. Disse que são ausentes nas discussões importantes na área da infância, juventude, das mulheres. Disse ainda que posturas arbitrárias para garantir  voto de base eleitoral têm que ser questionadas já que a pessoa pública a partir do momento que é eleita, tem que trabalhar para o bem comum, para o interesse coletivo e não para “base eleitoral” .

Fernanda Teixeira finalizou dizendo que os artistas já enfrentam a censura. Desde 2014 não há editais, investimentos públicos na área da cultura para que as atividades sejam levadas para as periferias, cidades do interior, aos assentamentos, áreas quilombolas, aldeias indígenas. A luta pela aprovação dos Sistema Estadual de Cultura, na garantia de orçamento para a área mostra, conforme Fernanda Teixeira, a situação “de fome” dos artistas que não têm o apoio da iniciativa privada.

“A Segurança Pública tem orçamento de R$ 1 bilhão! Para onde vai esse dinheiro? Já lutamos muito para garantir o mínimo. Nos matam de fome, matam a capacidade de produzir e de fazer chegar a arte”.

Representando a Rede Brasileira de Teatro, Fernando Cruz disse que o que está em jogo é um projeto de poder claro que já está em andamento há algum tempo. “Com o golpe há a construção de um Estado fascista e autoritário e veio no pacote o fim dos ministérios da Cultura, das Áreas Sociais, das Mulheres, Indígenas. A ação contra a Arte foi articulada”, pontuou.

Cruz lembrou de outras ações como a da Escola Sem Partido, Lei da Mordaça e os casos vivenciados nas ruas: No Paraná, um palhaço foi preso porque fazia criticas à polícia, em Santos (SP), foi proibida a apresentação teatral sobre o extermino de jovens e trabalhadores pela Polícia – 300 assassinatos em SP no primeiro semestre – e as ameaças sofridas nas ruas de Campo Grande quando as apresentações abordam genocídio indígena, Lama Asfaltica, Máfia do Câncer. “Vem a censura, a repressão, a criminalização até a perda do direito”. “A arte na rua tem maior vulnerabilidade, tem sido cerceada por tocar em questões como racismo, sexualidade, genocídio, juventude periférica”. O artista denunciou a repressão às batalhas de poesias nas praças públicas, os encontros dos grafiteiros e a ação arbitrária da guarda municipal de Campo Grande.

Cruz defendeu a saída dos debates para as ações concretas nas ruas. “Quantos mais movimentos existirem, melhor. A arte não pode ser calada! Vamos ocupar as ruas, fazer barulho. A saída é a desobediência civil. A arte é livre, a arte liberta. #Diganãoárepressão # Liberdadedeexpressão”.

Para o representante da Câmara Municipal, Eduardo Romero todas as situações arbitrárias só têm um foco: as eleições de 2018. Ele chamou de total desrespeito a ação no MARCO. “Entre o pronunciamento na tribuna do deputado estadual até a apreensão do quadro não foram nem 2 horas!”.

Após as falas, os participantes fizeram perguntas e enriqueceram os debates. O deputado Pedro Kemp (PT-MS) prepara o documento sobre a audiência pública, que será entregue na Assembleia Legislativa.

(*) No dia 10 de setembro, a exposição “Queermuseu” foi cancelada em Porto Alegre, após protestos e ataques nas redes sociais e no próprio interior do museu Santander Cultural. Algumas imagens da mostra foram consideradas ofensivas por pessoas que classificam o conteúdo como um “incentivo à pedofilia, zoofilia e contra os bons costumes”. Quase um mês depois, o Museu de Arte do Rio (MAR) cancelou as negociações da compra da exposição.

Já em São Paulo, a performance do artista fluminense Wagner Schwartz, que se apresentou nu na performance “La Bête”, no Museu de Arte Moderna (MAM), no Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo, gerou grande polêmica após circular uma imagem de uma criança interagindo com o artista.

No final de semana, a exposição de Pedro Moraleida, já vista por mais de seis mil pessoas, foi alvo de protestos em Belo Horizonte. Grupo de religiosos afirmam que as obras incentivam a pornografia e a pedofilia. Segundo o Palácio das Artes, a exposição é destinada a maiores de 18 anos.

(**)No dia 2 de outubro, o reitor afastado da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), Luiz Carlos Cancellier de Olivo, cometeu suicídio devido ao fato de ter sido preso em uma investigação da Polícia Federal que investigava corrupção, segundo seus amigos.

(***)A mãe da virgem diz que não/E o anúncio da televisão/Estava escrito no portão/E o maestro ergueu o dedo/E além da porta/Há o porteiro, sim…/E eu digo não/E eu digo não ao não/Eu digo:/É! — proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir…/Me dê um beijo, meu amor/Eles estão nos esperando/Os automóveis ardem em chamas/Derrubar as prateleiras/As estantes, as estátuas/As vidraças, louças, livros, sim…/E eu digo sim/E eu digo não ao não/E eu digo:/É! — proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir…/(falado)Caí no areal na hora adversa que Deus concede aos seus

para o intervalo em que esteja a alma imersa em sonhos que são Deus.

Que importa o areal, a morte, a desventura, se com Deus me guardei

É o que me sonhei, que eterno dura É esse que regressarei./Me dê um beijo meu amor/Eles estão nos esperando/Os automóveis ardem em chamas/Derrubar as prateleiras/As estátuas, as estantes/As vidraças, louças, livros, sim…/E eu digo sim/E eu digo não ao não/E eu digo: É!/Proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir/É proibido proibir…

 

(Assessoria de Imprensa Mandato Pedro Kemp

Jacqueline Lopes – DRT-078/MS)

Pedro Kemp apoia protesto dos administrativos e cobra explicação do Governo sobre terceirização

Pedro Kemp apoia protesto dos administrativos e cobra explicação do Governo sobre terceirização

Os servidores administrativos da rede estadual de ensino lotaram o plenário deputado Júlio Maia, durante a sessão plenária desta quarta-feira (20). O protesto foi contra o abono de R$ 200,00 sem que esse valor fosse incorporado no salário – isso já dura 2 anos – e também, foi contra o reajuste de 2.94%. Para os profissionais que recebem R$ 860,00 não dá nem R$ 50,00 de reajuste.
Os servidores em início de carreira, por exemplo, só tiveram R$ 20,00 de “aumento”. O ato foi liderado para FETEMS (Federação Estadual dos Trabalhadores em Educação de MS). Em apoio aos servidores, o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, deputado estadual Pedro Kemp (PT) disse que é inadmissível essa situação já que em período de crise o Governo tem que priorizar quem ganha menos.  “Pra quem ganha R$15 mil 2% de reajuste é muita coisa! Mas pra quem ganha pouco é nada! O Governo tem que revrr isso”, disse Kemp.
O deputado apresentou hoje um Requerimento cobrando explicação do Governo do Estado com relação à Resolução 2.999 da Secretaria Estadual de Educação (SED), publicada no Diário Oficial do Estado da última segunda-feira (18/9), que designa servidores para a Comissão Especial de Credenciamento de Organizações da Sociedade Civil (OSC). “Como assim que o Governo vai cadastrar essas organizações para atuarem junto à educação pública?”, questionou Kemp. “Ficou uma dúvida. Terceirizar os administrativos ou os professores das escolas da rede estadual é deixar de fazer concurso público e isso não podemos aceitar. Essa Resolução foi publicada sem dizer sobre contratar sociedade civil no que e nem pra que! Se a Secretaria de Educação tem essa posição, temos que nos posicionar contra!”, disse recebendo apoio dos servidores que aplaudiram a fala.
“Seria um grande retrocesso trazer prejuízo para a qualidade de ensino de MS”.

O presidente da FETEMS, Jaime Teixeira disse que os servidores administrativos não são coitados, são trabalhadores. Uma escola de qualidade tem que ter pessoas com salários de qualidade e não como está hoje em MS, os administrativos com vencimento inferior a salário mínimo.
Um grupo de trabalho será formado para negociar com o Governo e o presidente da Comissão da Educação, Pedro Kemp irá participar das reuniões e levar as reivindicações dos servidores.