#Retrocesso: Kemp cobra do Governo manutenção da Literatura nas escolas

#Retrocesso: Kemp cobra do Governo manutenção da Literatura nas escolas

“A literatura é fundamental para o exercício do pensamento crítico”.

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) cobrou do Governo do Estado a manutenção da literatura nas escolas e criticou a reforma do Ensino Médio proposta pelo governo de Michel Temer.

O deputado frisou que “a literatura é fundamental para o exercício do pensamento crítico”.

Essa mudança proposta pelo governo federal sem discutir com a sociedade e principalmente, sem ouvir os professores e alunos, já causa problemas aos docentes que lecionam a disciplina e como consequência, prejudica a formação dos jovens.

“ Faço um apelo para que o Governo do Estado reveja essa decisão”, disse.  Preocupado, Kemp disse ainda que os professores estão ‘perdidos’ e não sabem como irão proceder. Eles reclamam da falta de informação já que é previsto o remanejamento desses profissionais.

A SED (Secretaria de Estado de Educação) reestruturou a grade curricular do Ensino Médio integrando a disciplina de Literatura ao ensino de Língua Portuguesa.

“Colocar junto com o Português não vais ser a mesma coisa, vai ficar de apêndice e dado por quem não tem afinidade ou mesmo formação especifica. A Literatura é muito importante, representa também a informação crítica e do pensamento do acesso ao conhecimento de obras e textos emblemáticos do mundo e nossos, como de nossa casa, como nosso saudoso Manoel de Barros. Será uma grande perda dos jovens”.

Jacqueline Lopes – assessoria de imprensa Mandato Pedro Kemp

Imagem: Chileno/AL/MS

 

#HumanizaBrasil: Conselho Federal tem que investigar médicos que satirizam morte de dona Marisa Letícia, afirma Pedro Kemp

#HumanizaBrasil: Conselho Federal tem que investigar médicos que satirizam morte de dona Marisa Letícia, afirma Pedro Kemp


Conselho Federal de Medicina será acionado por sadismo dos médicos que tiveram acesso ao diagnóstico de Marisa Letícia, diz Pedro Kemp

O deputado estadual Pedro Kemp (PT/MS)pedirá rigor nas investigações contra a médica reumatologista Gabriela Munhoz e o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis. Ambos já foram demitidos e estão sendo investigados pelo Conselho Regional de Medicina em São Paulo.

O Conselho Federal de Medicina será acionado por Kemp para que apure as suspeitas de falta de humanização e ética dos respectivos médicos. A postura dos profissionais revela falta de ética e de compromisso e respeito ao próximo. “(…) Isso é repugnante!”, disse Pedro Kemp na tribuna.

Gabriela disse no grupo “MED IX” — referência à turma de formandos em Medicina de 2009 da UFMS — que dona Marisa estava no pronto-socorro com diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico de nível 4 na escala Fisher — considerado um dos mais graves — prestes a ser levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Em reação à essa informação, um colega de Gabriela, o médico residente em urologia Michael Hennich, ‘brincou’ quando ela disse que dona Marisa não tinha sido levada, ainda, para a UTI: “Ainda bem!”. Gabriela respondeu com risadas.

 

Outro médico do grupo, o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis, também comentou o quadro de dona Marisa:

“Esses fdp vão embolizar ainda por cima”, escreveu, em referência ao procedimento de provocar o fechamento de um vaso sanguíneo para diminuir o fluxo de sangue em determinado local.

“Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela”, escreveu Ellakkis, que presta serviços no hospital da Unimed São Roque, no interior de São Paulo, e em outras unidades de saúde da capital paulista.

 

Kemp clamou uma reação contra a intolerância vivida no País.

“Esse médico não pode exercer uma profissão que cuida de vidas. É repugnante observarmos o ódio decorrente das diferenças partidárias e de pensamentos. Precisamos contrapor a esta onda de violência”.

 

Assessoria de imprensa – Jacqueline Lopes DRT/MS 078

 

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Fim da Violência contra as Mulheres: Pedro Kemp repudia desrespeito a vereadora em Porto Murtinho

Fim da Violência contra as Mulheres: Pedro Kemp repudia desrespeito a vereadora em Porto Murtinho

As atividades da campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres tiveram início na manhã de hoje (24), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, palco de debates sobre os direitos e as lutas das mulheres.

O deputado Pedro Kemp (PT), em apoio à luta, foi à tribuna e lembrou do episódio de preconceito sofrido pela vereadora sua correligionária, em Porto Murtinho.

Pedro Kemp (PT) falou da discriminação no trabalho e registrou a violência sofrida pela vereadora Maria Donizete dos Santos, de Porto Murtinho, agredida por outro parlamentar. “Lutamos para que as mulheres cheguem aos espaços institucionais. É um absurdo que, ao conquistar este lugar, essa mulher sofre violência, justificada por um machismo imperado. Não podemos admitir este comportamento nos Parlamentos, espaços de representação popular”.

Representantes do Coletivo das Mulheres Negras de MS estiveram na Assembleia Legislativa. A campanha vai até 10 de dezembro,  Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher.

http://www.correiodoestado.com.br/cidades/sessao-e-cancelada-apos-vereador-agredir-vereadora-com-soco/291924/

Jacqueline Lopes – DRT 078 MS

 

Sem investimentos na área pericial, de elucidação de crimes, Pedro Kemp cobra Governo do Estado

Sem investimentos na área pericial, de elucidação de crimes, Pedro Kemp cobra Governo do Estado

Pedro Kemp cobra mais investimentos do Governo para os institutos periciais, responsáveis pela elucidação dos crimes

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) cobrou na tribuna da Assembleia Legislativa mais investimentos do Governo do Estado nos trabalhos das  perícias criminais em Mato Grosso do Sul. A elucidação dos crimes passa pelo faze da investigação e da perícia, que dá subsídios científicos para a conclusão de um inquérito sem falhas.

A impunidade é o resultado da falta de investimento na área da perícia, alerta Pedro Kemp. “As faltas de materiais e peritos para a coleta de provas deixam muitos casos impunes. O Estado tem que fazer a sua parte na elucidação dos casos. Por isso eu faço esse apelo ao Governo. Mato Grosso do Sul é um dos campeões em casos de estupro e processos não são finalizados por falta de material de coleta para exames”.

São quatro institutos de perícias subordinados à Coordenadoria Geral de Perícias, vinculada a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública. O Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), Instituto de Criminalística “Hercílio Macellaro” (IC) e o Instituto de Identificação (II), além das Unidades Regionais de Perícia e Identificação (URPI), que atendem e enfrentam a falta de estrutura nas cidades do interior.

Kemp apresentou indicação para que o Estado conclua a Unidade de Perícia em Dourados.

 

Leia a indicação na íntegra:

 

Indico à Mesa Diretora, ouvido o colendo plenário, na forma regimental, que seja encaminhado expediente desta Casa de Leis, ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, com cópia ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado da Casa Civil, Sérgio de Paula, solicitando providências urgentes visando dotar de estrutura material e humana os institutos de perícia e identificação do Estado, a fim de que as investigações de crimes possam ter mais agilidade e efetividade.

Sala das sessões, 23 de Novembro de 2016.

Pedro Kemp

Deputado Estadual – PT

 

JUSTIFICATIVA

 

A estrutura sucateada dos institutos de perícia no Mato Grosso do Sul tem paralisado os mecanismos de persecução penal, eliminando a possibilidade de sucesso e colaborando para a impunidade em investigações criminais onde a produção de prova pericial se mostra necessária. A ausência de prova técnica implica na não detecção de materialidade delitiva, tornando impossível a deflagração de qualquer ação penal. x x Sendo assim, solicitamos o término da construção do prédio do Instituto Médico Legal (IML) de Dourados, a reforma na Unidade Regional de Perícia e Identificação de Dourados e a compra de equipamentos e materiais necessários a realização de perícias em Campo Grande e no interior do Estado.

 

Jacqueline Lopes – DRT-078/MS

 

Pedro Kemp apoia protesto indígena contra ruralista à frente da Funai

Pedro Kemp apoia protesto indígena contra ruralista à frente da Funai

Sobre a nomeação do militar, indígenas afirmam ao Ministério da Justiça: “é uma afronta à memória genocida de nossos povos”

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS)pronuncio-se em favor do protesto indígena que já dura sete dias na sede da Funai(Fundação Nacional do Índio), em Campo Grande. Os índios são contra a nomeação feita pelo governo golpista Michel Temer, que oficializou o coronel do Exército Renato Sant’Anna, para a coordenação regional de Campo Grande da Fundação Nacional do Índio.

Na quarta-feira (16/11), o deputado Pedro Kemp participou da 9ª Assembleia do Povo Terena, na Aldeia Bananal em Aquidauana (MS). Lá, segundo o parlamentar, os indígenas se posicionaram com indignação contra a nomeação do novo servidor. Para Kemp, a autonomia das comunidades deve ser respeitada. “Colocar um coronel que também é proprietário rural é no mínimo inusitado. Com isso, os indígenas ocuparam a Funai, pois consideraram uma falta de respeito. Foi uma revolta”, disse.

Kemp considerou preocupante um grupo formado por índios ter se reunido com o coronel sem que antes, tivesse ouvido a comunidade. O parlamentar afirma que após a CPI do CIMI, forças políticas ruralistas teriam se aproximado dos indígenas com o intuito de dividi-los e enfraquecer a luta de todos pela terra. O assunto foi debatido em Aquidauana pelas lideranças, relatou.

A Assembleia do Povo Terena tem como objetivo geral congregar os caciques, lideranças de retomadas, rezadores, mulheres e a juventude indígena em torno da luta pelo território tradicional. A reunião teve como pauta temas como a educação escolar indígena, sustentabilidade e meio ambiente, saúde nas comunidades e políticas públicas em geral que são afetas as comunidades indígenas.

Durante a Assembleia Terena aconteceu o “II Encontro de pesquisadores indígenas com suas lideranças” destinado ao estudante, pesquisador e profissional indígena que deseja apresentar para as lideranças sua pesquisa e trabalhos realizados na universidade.
O Conselho do Povo Terena é organização tradicional indígena formado por lideranças indígenas que nos últimos anos fizeram o enfrentamento na luta pela demarcação de terras indígenas. Além das grandes assembleias, o Conselho Terena tem atuado na defesa judicial dos direitos dos povos indígenas.

O Conselho do Povo Terena integra a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB e tem assento na Organização das Nações Unidas – ONU.

A nomeação

Durante uma semana de muita mobilização, os povos indígenas foram surpreendidos na quinta-feira (10) pela nomeação do coronel reformado do Exército Renato Vida Sant’Anna para a coordenação regional da Funai em Campo Grande. Além de militar, Sant’Anna é fazendeiro e sua nomeação foi apoiada pelos ruralistas do estado, onde há uma das situações mais agudas de violência contra indígenas. O MPF (Ministério Público Federal) investiga casos de formação de milícias e pistolagem no Estado.

No mesmo dia, indígenas do povo Terena ocuparam a sede da Funai em Campo Grande, responsável pelo atendimento das terras indígenas Água Limpa, Buriti, Buritizinho, Cachoeirinha, Guató, Kadiwéu, Lalima, Limão Verde, Nioaque, Nossa Senhora de Fátima, Ofayé-Xavante, Pilad Rebuá e Taunay/Ipegue.

Na sexta (11), lideranças de várias etnias  entregaram uma carta direcionada ao Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, repudiando a militarização da Funai e exigindo a imediata revogação da medida que nomeou o coronel Sant’Anna e a recondução do coordenador anterior.

Assinaram a carta os povos Avá Canoeiro, Krahô, Xerente e Apinayé, do Tocantins, Aikana, Cassupá, Puruburá, Migueleno, Kujubin, Wayoro, Sakyrabiat, Karitiana, Mamaidê-Nambikuara, Uru Eo, Guarasugne, Cabixi e Kwaza, de Rondônia, e Guarani Kaiowa, Guarani Nhandeva, Terena e Kinikinau, do Mato Grosso do Sul,

No documento, entregue durante um ato em frente ao Ministério da Justiça (MJ), em Brasília (DF), os indígenas afirmam que a nomeação do coronel “é uma afronta à memória genocida de nossos povos”.

“Se não bastasse essa realidade de militarização genocida, o nomeado é flagrantemente um RURALISTA, comemorado pelas entidades de Classe no Mato Grosso do Sul, e isto é INADMISSÍVEL E INTOLERÁVEL. Trata-se de uma grave violência ética contra o sangue derramado de nossos povos em conflitos Brasil afora”, continua a carta, criticando a nova tentativa de militarização da Funai no contexto do governo Temer.

A medida causou indignação entre povos indígenas do Brasil inteiro “Chega de tutela, chega de autoritarismo”, criticam as lideranças na carta publicada no site do CIMI.

 

Jacqueline Lopes com colaboração da AL/MS e CIMI.