#HumanizaBrasil: Conselho Federal tem que investigar médicos que satirizam morte de dona Marisa Letícia, afirma Pedro Kemp

#HumanizaBrasil: Conselho Federal tem que investigar médicos que satirizam morte de dona Marisa Letícia, afirma Pedro Kemp


Conselho Federal de Medicina será acionado por sadismo dos médicos que tiveram acesso ao diagnóstico de Marisa Letícia, diz Pedro Kemp

O deputado estadual Pedro Kemp (PT/MS)pedirá rigor nas investigações contra a médica reumatologista Gabriela Munhoz e o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis. Ambos já foram demitidos e estão sendo investigados pelo Conselho Regional de Medicina em São Paulo.

O Conselho Federal de Medicina será acionado por Kemp para que apure as suspeitas de falta de humanização e ética dos respectivos médicos. A postura dos profissionais revela falta de ética e de compromisso e respeito ao próximo. “(…) Isso é repugnante!”, disse Pedro Kemp na tribuna.

Gabriela disse no grupo “MED IX” — referência à turma de formandos em Medicina de 2009 da UFMS — que dona Marisa estava no pronto-socorro com diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico de nível 4 na escala Fisher — considerado um dos mais graves — prestes a ser levada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Em reação à essa informação, um colega de Gabriela, o médico residente em urologia Michael Hennich, ‘brincou’ quando ela disse que dona Marisa não tinha sido levada, ainda, para a UTI: “Ainda bem!”. Gabriela respondeu com risadas.

 

Outro médico do grupo, o neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis, também comentou o quadro de dona Marisa:

“Esses fdp vão embolizar ainda por cima”, escreveu, em referência ao procedimento de provocar o fechamento de um vaso sanguíneo para diminuir o fluxo de sangue em determinado local.

“Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela”, escreveu Ellakkis, que presta serviços no hospital da Unimed São Roque, no interior de São Paulo, e em outras unidades de saúde da capital paulista.

 

Kemp clamou uma reação contra a intolerância vivida no País.

“Esse médico não pode exercer uma profissão que cuida de vidas. É repugnante observarmos o ódio decorrente das diferenças partidárias e de pensamentos. Precisamos contrapor a esta onda de violência”.

 

Assessoria de imprensa – Jacqueline Lopes DRT/MS 078

 

Salvar

Salvar

Fim da Violência contra as Mulheres: Pedro Kemp repudia desrespeito a vereadora em Porto Murtinho

Fim da Violência contra as Mulheres: Pedro Kemp repudia desrespeito a vereadora em Porto Murtinho

As atividades da campanha dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres tiveram início na manhã de hoje (24), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, palco de debates sobre os direitos e as lutas das mulheres.

O deputado Pedro Kemp (PT), em apoio à luta, foi à tribuna e lembrou do episódio de preconceito sofrido pela vereadora sua correligionária, em Porto Murtinho.

Pedro Kemp (PT) falou da discriminação no trabalho e registrou a violência sofrida pela vereadora Maria Donizete dos Santos, de Porto Murtinho, agredida por outro parlamentar. “Lutamos para que as mulheres cheguem aos espaços institucionais. É um absurdo que, ao conquistar este lugar, essa mulher sofre violência, justificada por um machismo imperado. Não podemos admitir este comportamento nos Parlamentos, espaços de representação popular”.

Representantes do Coletivo das Mulheres Negras de MS estiveram na Assembleia Legislativa. A campanha vai até 10 de dezembro,  Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência Contra a Mulher.

http://www.correiodoestado.com.br/cidades/sessao-e-cancelada-apos-vereador-agredir-vereadora-com-soco/291924/

Jacqueline Lopes – DRT 078 MS

 

Sem investimentos na área pericial, de elucidação de crimes, Pedro Kemp cobra Governo do Estado

Sem investimentos na área pericial, de elucidação de crimes, Pedro Kemp cobra Governo do Estado

Pedro Kemp cobra mais investimentos do Governo para os institutos periciais, responsáveis pela elucidação dos crimes

O deputado estadual Pedro Kemp (PT) cobrou na tribuna da Assembleia Legislativa mais investimentos do Governo do Estado nos trabalhos das  perícias criminais em Mato Grosso do Sul. A elucidação dos crimes passa pelo faze da investigação e da perícia, que dá subsídios científicos para a conclusão de um inquérito sem falhas.

A impunidade é o resultado da falta de investimento na área da perícia, alerta Pedro Kemp. “As faltas de materiais e peritos para a coleta de provas deixam muitos casos impunes. O Estado tem que fazer a sua parte na elucidação dos casos. Por isso eu faço esse apelo ao Governo. Mato Grosso do Sul é um dos campeões em casos de estupro e processos não são finalizados por falta de material de coleta para exames”.

São quatro institutos de perícias subordinados à Coordenadoria Geral de Perícias, vinculada a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública. O Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), Instituto de Criminalística “Hercílio Macellaro” (IC) e o Instituto de Identificação (II), além das Unidades Regionais de Perícia e Identificação (URPI), que atendem e enfrentam a falta de estrutura nas cidades do interior.

Kemp apresentou indicação para que o Estado conclua a Unidade de Perícia em Dourados.

 

Leia a indicação na íntegra:

 

Indico à Mesa Diretora, ouvido o colendo plenário, na forma regimental, que seja encaminhado expediente desta Casa de Leis, ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, com cópia ao Excelentíssimo Senhor Secretário de Estado da Casa Civil, Sérgio de Paula, solicitando providências urgentes visando dotar de estrutura material e humana os institutos de perícia e identificação do Estado, a fim de que as investigações de crimes possam ter mais agilidade e efetividade.

Sala das sessões, 23 de Novembro de 2016.

Pedro Kemp

Deputado Estadual – PT

 

JUSTIFICATIVA

 

A estrutura sucateada dos institutos de perícia no Mato Grosso do Sul tem paralisado os mecanismos de persecução penal, eliminando a possibilidade de sucesso e colaborando para a impunidade em investigações criminais onde a produção de prova pericial se mostra necessária. A ausência de prova técnica implica na não detecção de materialidade delitiva, tornando impossível a deflagração de qualquer ação penal. x x Sendo assim, solicitamos o término da construção do prédio do Instituto Médico Legal (IML) de Dourados, a reforma na Unidade Regional de Perícia e Identificação de Dourados e a compra de equipamentos e materiais necessários a realização de perícias em Campo Grande e no interior do Estado.

 

Jacqueline Lopes – DRT-078/MS

 

Pedro Kemp apoia protesto indígena contra ruralista à frente da Funai

Pedro Kemp apoia protesto indígena contra ruralista à frente da Funai

Sobre a nomeação do militar, indígenas afirmam ao Ministério da Justiça: “é uma afronta à memória genocida de nossos povos”

O deputado estadual Pedro Kemp (PT-MS)pronuncio-se em favor do protesto indígena que já dura sete dias na sede da Funai(Fundação Nacional do Índio), em Campo Grande. Os índios são contra a nomeação feita pelo governo golpista Michel Temer, que oficializou o coronel do Exército Renato Sant’Anna, para a coordenação regional de Campo Grande da Fundação Nacional do Índio.

Na quarta-feira (16/11), o deputado Pedro Kemp participou da 9ª Assembleia do Povo Terena, na Aldeia Bananal em Aquidauana (MS). Lá, segundo o parlamentar, os indígenas se posicionaram com indignação contra a nomeação do novo servidor. Para Kemp, a autonomia das comunidades deve ser respeitada. “Colocar um coronel que também é proprietário rural é no mínimo inusitado. Com isso, os indígenas ocuparam a Funai, pois consideraram uma falta de respeito. Foi uma revolta”, disse.

Kemp considerou preocupante um grupo formado por índios ter se reunido com o coronel sem que antes, tivesse ouvido a comunidade. O parlamentar afirma que após a CPI do CIMI, forças políticas ruralistas teriam se aproximado dos indígenas com o intuito de dividi-los e enfraquecer a luta de todos pela terra. O assunto foi debatido em Aquidauana pelas lideranças, relatou.

A Assembleia do Povo Terena tem como objetivo geral congregar os caciques, lideranças de retomadas, rezadores, mulheres e a juventude indígena em torno da luta pelo território tradicional. A reunião teve como pauta temas como a educação escolar indígena, sustentabilidade e meio ambiente, saúde nas comunidades e políticas públicas em geral que são afetas as comunidades indígenas.

Durante a Assembleia Terena aconteceu o “II Encontro de pesquisadores indígenas com suas lideranças” destinado ao estudante, pesquisador e profissional indígena que deseja apresentar para as lideranças sua pesquisa e trabalhos realizados na universidade.
O Conselho do Povo Terena é organização tradicional indígena formado por lideranças indígenas que nos últimos anos fizeram o enfrentamento na luta pela demarcação de terras indígenas. Além das grandes assembleias, o Conselho Terena tem atuado na defesa judicial dos direitos dos povos indígenas.

O Conselho do Povo Terena integra a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB e tem assento na Organização das Nações Unidas – ONU.

A nomeação

Durante uma semana de muita mobilização, os povos indígenas foram surpreendidos na quinta-feira (10) pela nomeação do coronel reformado do Exército Renato Vida Sant’Anna para a coordenação regional da Funai em Campo Grande. Além de militar, Sant’Anna é fazendeiro e sua nomeação foi apoiada pelos ruralistas do estado, onde há uma das situações mais agudas de violência contra indígenas. O MPF (Ministério Público Federal) investiga casos de formação de milícias e pistolagem no Estado.

No mesmo dia, indígenas do povo Terena ocuparam a sede da Funai em Campo Grande, responsável pelo atendimento das terras indígenas Água Limpa, Buriti, Buritizinho, Cachoeirinha, Guató, Kadiwéu, Lalima, Limão Verde, Nioaque, Nossa Senhora de Fátima, Ofayé-Xavante, Pilad Rebuá e Taunay/Ipegue.

Na sexta (11), lideranças de várias etnias  entregaram uma carta direcionada ao Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, repudiando a militarização da Funai e exigindo a imediata revogação da medida que nomeou o coronel Sant’Anna e a recondução do coordenador anterior.

Assinaram a carta os povos Avá Canoeiro, Krahô, Xerente e Apinayé, do Tocantins, Aikana, Cassupá, Puruburá, Migueleno, Kujubin, Wayoro, Sakyrabiat, Karitiana, Mamaidê-Nambikuara, Uru Eo, Guarasugne, Cabixi e Kwaza, de Rondônia, e Guarani Kaiowa, Guarani Nhandeva, Terena e Kinikinau, do Mato Grosso do Sul,

No documento, entregue durante um ato em frente ao Ministério da Justiça (MJ), em Brasília (DF), os indígenas afirmam que a nomeação do coronel “é uma afronta à memória genocida de nossos povos”.

“Se não bastasse essa realidade de militarização genocida, o nomeado é flagrantemente um RURALISTA, comemorado pelas entidades de Classe no Mato Grosso do Sul, e isto é INADMISSÍVEL E INTOLERÁVEL. Trata-se de uma grave violência ética contra o sangue derramado de nossos povos em conflitos Brasil afora”, continua a carta, criticando a nova tentativa de militarização da Funai no contexto do governo Temer.

A medida causou indignação entre povos indígenas do Brasil inteiro “Chega de tutela, chega de autoritarismo”, criticam as lideranças na carta publicada no site do CIMI.

 

Jacqueline Lopes com colaboração da AL/MS e CIMI.

Pedro Kemp defende luta dos estudantes em defesa da Educação, 13o salário e contra PECs do governo golpista Temer

Pedro Kemp defende luta dos estudantes em defesa da Educação, 13o salário e contra PECs do governo golpista Temer

“Atraso do Enem não é prejuízo se os estudantes conseguirem barrar a PEC 55. A vida desses alunos está em jogo!”. “A PEC 241 é um desastre para o País.  Querem congelar os investimentos por 20 anos, congelar salários, cortes no 13º dos trabalhadores e aumentar salários de setores privilegiados. Cheap NFL Jerseys O capital rentista, os bancos, quem vive de especulação está feliz da vida. E o trabalhador com a corda no pescoço!”. (Deputado estadual Pedro Kemp PT-MS)

Na sessão desta quinta-feira (3), o deputado estadual Pedro Kemp (PT) usou a tribuna e manifestou apoio ao movimento dos estudantes de todo o País que ocupam escolas, instituições de ensino técnico e universidades. O parlamentar trouxe à tona num contexto de mais de mil escolas ocupadas em todo o Brasil contra a PEC 241 e a Medida Provisória que reforma o Ensino Médio problemas que atingirão em cheio a classe trabalhadora e a Educação. Segundo ele, o governo golpista e a mídia querem responsabilizar os estudantes pelo atraso na prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) por conta dos protestos nas instituições de ensino.

“Atraso do Enem não é prejuízo se os estudantes conseguirem barrar a PEC 55. A vida desses alunos está em jogo!”.

“A PEC 241 é um desastre para o País. Temos que apoiar o protesto dos estudantes. Querem congelar os investimentos por 20 anos, congelar salários, cortes no 13º dos trabalhadores e aumentar salários de setores privilegiados. O capital rentista, os bancos, quem vive de especulação está feliz da vida. E o trabalhador com a corda no pescoço!”.

Kemp abre para a reflexão à medida que afirma que a reação contra as propostas do governo golpista Michel Temer deveria ter vindo das centrais sindicais e dos movimentos sociais. Porém, foram os estudantes do Ensino Médio e os universitários que estão se posicionando. O recado das manifestações é que as medidas se tratam de um verdadeiro retrocesso para o Brasil.

Segundo Kemp, a proposta da reforma do Ensino Médio por meio de Medida Provisória representa um desastre, pois não houve uma discussão aprofundada junto com os estudantes, com a sociedade civil e com os especialistas em educação.

Polêmica – No estado do Paraná, cuja administração é de Beto Richa (PSDB), conhecido por colocar a PM (Polícia Militar) contra professores que lutam pelo piso nacional, os estudantes se organizaram e fecharam as escolas.

Richa apelou ao judiciário e quer que os alunos desocupem todas as escolas do Estado, que, atualmente, são 850, segundo os organizadores, e 792 segundo o Governo. Na segunda-feira (1), uma briga entre dois alunos, suspeitos de estarem embriagados, resultou na morte de um dos jovens. O assunto virou polêmica na Assembleia Legislativa de MS, onde a bancada governista se posicionou contra o protesto generalizando o ato pacífico e democrático que vem acontecendo em todo o País com a tragédia registrada na capital do Paraná.

Kemp lamentou o ocorrido e lembrou da fala da estudante de Curitiba, Ana Júlia Ribeiro, 16, anos que no dia 26 de outubro deu uma aula de cidadania aos deputados do Paraná. Na tribuna da Assembleia do Paraná, emocionada, falou sobre a importância das ocupações neste momento em todo o Brasil. “Vocês todos precisam assistir ao pronunciamento da estudante de Curitiba! Ela dá uma aula sobre o que está acontecendo no País e precisamos apoiar os estudantes”, disse Kemp.

Veja no youtube:

 

Discurso da estudante Ana Júlia