por Jacqueline Bezerra Lopes | jul 8, 2016 | Em destaque
O deputado estadual Pedro Kemp (PT), um dos mais enfáticos defensores da presidenta Dilma no cenário político de MS, irá presidir a audiência de lançamento do livro. O lançamento do livro, publicado logo após o golpe, foi uma forma dos juristas e estudiosos que não encontram espaço na grande mídia, contar como se deu no bastidor político o processo de impeachment arquitetado pelos golpistas.
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“Resistência ao Golpe de 2016” será lançado daqui a pouco no Plenarinho da Assembleia Legislativa de MS. A obra que reúne artigos de juristas está sendo apresentada em várias capitais do País.
Na Assembleia Legislativa de MS, a bancada do PT propôs a audiência, uma forma de defender o processo democrático e reunir as lideranças de vários partidos contrários ao processo de impeachment instaurado no Brasil. O golpe tem sido duramente criticado pelas organizações internacionais por desrespeitar de forma nítida a democracia.
O deputado estadual Pedro Kemp (PT), um dos mais enfáticos defensores da presidenta Dilma no cenário político de MS, irá presidir a audiência de lançamento do livro. O lançamento do livro, publicado logo após o golpe, foi uma forma dos juristas e estudiosos que não encontram espaço na grande mídia, contar como se deu no bastidor político o processo de impeachment arquitetado pelos golpistas.
Hoje, Dilma participa em Taboão da Serra (SP) de um ato em defesa do Minha Casa Minha Vida em SP.
Ao jornal on line Campo Grande News, um dos juristas que tem dois artigos publicado no livro “Resistência ao Golpe de 2016”, professor da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), Tiago Botelho, disse que em um de seus capítulos diz “que se a nomeação do Lula é ilegal, o que falar da recepção do processo de impeachment pelo [Eduardo] Cunha. No segundo artigo, falo do golpe à Constituição Federal e aos tratados internacionais”.
O livro foi produzido em tempo recorde e lançado na maioria das capitais. O livro será vendido por R$ 45 e custeia a produção de exemplares. “O livro foi uma junção voluntária de várias pessoas, não recebemos nada, não estamos lucrando com o golpe”, afirma Botelho. Nas fotos, o professor Tiago com Dilma e também, a presidenta em recepção calorosa, no dia 30 de maio, por aproximadamente 4 mil alunos da Universidade de Brasília, onde lançou o livro.
RESISTÊNCIA
Em entrevista ao Jornal on line Midiamax, o deputado estadual Pedro Kemp disse que a presença da presidenta afastada no lançamento do livro em algumas cidades faz parte do movimento de resistência ao golpe. Onde ela não poderá se fazer presente, os representantes do Partido dos Trabalhadores estarão à frente.
O livro “A resistência ao golpe de 2016”, é uma obra que compila os argumentos traçados por advogados, professores, jornalistas, cientistas políticos, artistas, escritores, arquitetos, lideranças partidárias e de movimentos sociais, brasileiros e também estrangeiros, para denunciar a quebra da institucionalidade democrática no Brasil.
O livro foi organizado por Carol Proner, Gisele Cittadino, Marcio Tenenbaum e Wilson Ramos Filho e publicado pela Editora Canal 6, dentro do Projeto Editorial Praxis. São 103 artigos, assinados por 104 autores. Alguns já foram publicados e outros são inéditos.
Do papel do STF à atuação da mídia, das “pedaladas fiscais” aos meandros do Poder Legislativo, da função dos atores políticos internacionais aos bastidores da Lava Jato, da crise de representatividade à ofensiva contra direitos e políticas sociais, são diversos os recortes, ângulos e perspectivas sobre o golpe de 2016.
Do surgimento da ideia até a publicação, foram apenas 22 dias. O livro teve seu lançamento oficial no último dia 30 de maio, no auditório Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília (UnB). O projeto teve apoio da CUT Nacional e de sindicatos filiados.
Jacqueline Lopes – DRT-078/MS – Assessoria de Imprensa Mandato Pedro Kemp
por Jacqueline Bezerra Lopes | jul 7, 2016 | Em destaque
Enquanto Aquário chega a R$ 230 milhões com previsão de R$ 500 mil mensais de gastos, Hospital do Câncer corre o risco de fechar por enfrentar déficit mensal de R$ 350 mil, alerta Pedro Kemp (PT)
“Sabemos de pessoas que aguardavam até oito meses para uma confirmação de diagnóstico e início de tratamento, o que é praticamente uma sentença de morte e, enquanto isso, o famigerado Aquário do Pantanal aguarda novo aditivo de recursos para ser concluído! É um absurdo!”.
O deputado estadual Pedro Kemp (PT) foi à tribuna nesta quinta-feira (7) e denunciou a falta de respeito com o dinheiro público simbolizada no sucateamento do Aquário do Pantanal, orçado em R$ 230 milhões, que está sendo deteriorado devido à paralisação da obra (investigada). E diante do quadro, a situação do Hospital de Câncer de Barretos, no conjunto Aero Rancho.
“O Hospital do Câncer de Barretos, construído aqui em Campo Grande, atende aproximadamente 400 pessoas por dia e está na eminência de fechar, com R$ 350 mil de déficit mensal, mas o que é esse valor se for dividido entre Estado, Prefeitura e Governo Federal?”.
A informação do Governo do Estado é que tão logo seja feito o convênio com o SUS (Sistema Único de Saúde), o problema será solucionado.
Kemp chegou a citar o exemplo da Caravana da Saúde como importante, mas que não pode ser a única ação na área já que MS é o quarto estado que mais diagnostica câncer no colo do útero. “Já vim aqui e elogiei a Caravana da Saúde, mas não tem que ficar só na caravana não!”, finalizou dizendo que Campo Grande já viveu a máfia do câncer, quando pacientes em estado terminal recebiam soro ao invés de medicamento para a quimioterapia vindo a falecer enquanto o SUS pagava pela tratamento correto.
Jacqueline Lopes – Assessoria de Imprensa Mandato Participativo Pedro Kemp
por Jacqueline Bezerra Lopes | jul 6, 2016 | Em destaque
Realizamos hoje (6), na Assembleia Legislativa, audiência pública com especialistas da área de educação, deputados e a população, para debater o Projeto de Lei (PL) 219/2015, que obriga a escola a impor penalidades aos alunos que praticam atos infracionais ou indisciplinas e reparar danos causados no ambiente escolar na rede pública estadual. A proposta prevê que a direção da escola estabeleça que o aluno violento, indisciplinado, que agride alguém ou cause danos ao ambiente escolar seja punido com penas do tipo, lavar pratos, limpar banheiros, limpar a quadra de esportes ou varrer as salas de aula, por meio de registro da ocorrência escolar com lavratura de Termo de Compromisso, com a presença e anuência dos pais ou responsável legal.
O projeto, segundo nosso entendimento, é inconstitucional. Pela legislação, compete à autoridade judicial o estabelecimento de penalidades ou das medidas socioeducativas aos adolescentes infratores, dentro do devido processo legal e respeitado o direito de ampla defesa. À escola cabe o tratamento dos alunos violentos e agressores na perspectiva pedagógica. A escola é um espaço de formação coletiva do conhecimento, de reflexão, conscientização, mudanças de atitudes e comportamentos, e não de punição.
Nunca houve um grande pedagogo que defendesse a punição como forma de educar e de disciplinar. Só é possível educar com vinculo e estabelecimento de limites. Qualquer forma de penalização é antipedagógica. Não tratamos a origem do problema e sim da consequência dele.
Vamos apresentar nos próximos dias um projeto substitutivo a este projeto, nos moldes do Projeto da Justiça Restaurativa na Escola, que trabalha na perspectiva do diálogo a promoção da cultura de paz na sociedade.
Pedro Kemp
por Jacqueline Bezerra Lopes | jul 4, 2016 | Em destaque
Após visitarem aldeia indígena em Caarapó, estudantes vêm à Assembleia Legislativa, onde conversam com deputado estadual Pedro Kemp (PT) sobre conflitos por terra em MS e genocídio.
São jovens do Colégios do Mundo Unido (UWC – United World Colleges) que fazem intercâmbio no Brasil e estão preocupados com o problema humanitário ao qual se refere a questão indígena em MS. Pedro Kemp conversou cerca de 2 horas com os estudantes e considerou o interesse da nova geração muito importante para a construção de um mundo verdadeiramente mais justo.
Foram respondidas perguntas sobre o porquê das mortes dos povos guarani (em sua maioria);
a morosidade para a demarcação das terras já que a Constituição de 1988 deu prazo para o Estado devolver as áreas reivindicadas;
a importância do papel do Legislativo nessa luta e no caso, do Mandato Participativo Pedro Kemp, frente as forças do agronegócio;
a impunidade nos casos de mortes dos povos originários;
o reflexo do confinamento na violência enfrentada nas aldeias;
a importância da organização do povo indígena para o enfrentamento nessa batalha desigual;
preconceitos e falta de vontade política e a esperança de um dia os povos indígenas terem seus direitos respeitados.
A UWC – Colégios do Mundo Unido, é uma organização sem fins-lucrativos com escolas e colégios em diferentes países. Estudantes e professores de mais de 100 nacionalidades e etnias, representando as mais variadas raças, culturas, religiões e orientações políticas, convivem em um ambiente desenvolvido com o intuito de promover a paz e a compreensão entre os povos por meio da educação.
Jacqueline Lopes – DRT – 078/MS – Mandato Participativo Pedro Kemp
por Jacqueline Bezerra Lopes | jul 1, 2016 | Em destaque
“A Defensoria Pública diz NÃO à cultura do Estupro; E VOCÊ ?” . O evento realizado sob a coordenação da Defensora Pública Edmeiry Silara Broch (NUDEM) aconteceu no dia 4 de julho, na Escola Superior da Defensoria Pública de MS, e reuniu acadêmicos, militantes dos movimentos sociais, advogados, defensores públicos.
“Precisamos constantemente provocar reflexões/ações para a desconstrução desta cultura, no sentido de promover a prevenção e a defesa das mulheres, crianças e adolescentes”, disse Kemp.